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“ A WEB não vai mudar o mundo, certamente não nos próximos dez anos. vai ampliar o mundo. ”    Steve Jobs

 

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arrow-list QUATRO DICAS PARA VALORIZAR A MARCA DE PEQUENAS EMPRESAS

É importante que os pequenos empresários observem o valor da sua marca. Ela não precisa- e não deve- ter as mesmas proporções de uma pequena empresa. O trabalho oferecido é importante para o seu cliente, possui um grande valor, e a empresa precisa ser reconhecida por isso. O número baixo de funcionários ou sua dimensão física menor não é fator que determina a qualidade do serviço oferecido. Mas o fato é que possuir uma grande visibilidade no mercado é mais fácil para as grandes. Entretanto, existem outras formas de mostrar a cara do seu negócio e torná-lo mais conhecido. As mídias sociais chegaram para ficar e prometem visibilidade para qualquer empresa, independente do seu tamanho. Em contrapartida, criar perfis nas novas mídias e ter um website não garante a tão querida boa imagem. Além de mantê-los atualizados e interagir com o público, é preciso lançar mão de outras estratégias para sua empresa parecer maior do que realmente é. Antes de qualquer ação, a marca deve atentar-se aos elementos que a definem, por meio de uma logomarca que a represente. Não basta informar ao mercado os novos serviços, ideias, clientes e ações da organização. Uma boa marca se constrói comunicando valores e sua diferenciação no mercado, a fim de obter vantagem competitiva, fazendo com que suas especificidades sejam vistas e valorizadas. Assim, resumimos abaixo algumas ações simples, porém importantes, que irão contribuir para a valorização da marca e imagem de pequenas empresas no mercado.

Construir uma boa identidade visual

A identidade visual é o conjunto de elementos gráficos que representa visualmente a marca, representado por logomarca, cores e fontes. É preciso seguir um padrão na aplicação dos elementos para que sua empresa seja reconhecida por eles. Na criação de uma identidade visual, a tarefa principal do designer é definir um conceito adequado à representação da marca, caracterizando a personalidade e os valores da empresa em um símbolo. Pode parecer simples, mas o processo de criação deve levar em conta diversos fatores, como a cultura da empresa, seu posicionamento no mercado, a imagem perante o público,objetivos, foco, missão etc. Por isso é tão importante consultar um especialista na área, já que apenas conhecimento técnico em programas de edição de imagem não garantem uma marca forte.

Possuir material institucional profissional

Catálogo, folder, pasta, papel timbrado e cartão de visitas são alguns dos materiais fundamentais para apresentar sua empresa para clientes e público em potencial. Além de comunicar informações importantes sobre a organização, o material institucional passa credibilidade e contribui para que a marca seja lembrada com mais facilidade futuramente. O importante é saber selecionar as informações primordiais ao entendimento da empresa, para evitar que o layout fique poluído e com excesso de informações, o que torna o material pouco interessante.

Criar um website eficiente

Os sites institucionais servem como ponto de contato entre uma empresa e seus diversos públicos. No caso de instituições comerciais são usados geralmente para comércio eletrônico, recrutamento de funcionários etc. No caso de instituições sem fins lucrativos, servem principalmente para divulgação de trabalhos e eventos. É o tipo de site mais comum na Internet. O site não é apenas o cartão de visitas da empresa na internet. Seu papel é mais amplo, sendo responsável por repassar informações confiáveis, de qualidade e proporcionar meios de interação com o público.

Estar presente em redes sociais

A criação de perfis em redes sociais e o monitoramento da imagem da organização na internet é uma ótima oportunidade para as pequenas empresas. O importante é saber em quais redes seu público está e promover uma comunicação direcionada. Independente da sua vontade, sua marca será falada na rede e as informações poderão ser controladas e usadas em benefício do negócio apenas se a empresa estiver presente nas novas mídias.

arrow-list VOCÊ JÁ OUVIU FALAR DE DESIGN DE EMBALAGENS?

Imagine esta cena, você chega ao supermercado e depara-se com diversas opções de um mesmo produto. O que você faz? Olha a embalagem, é claro! Sabe por quê? A embalagem é o principal elemento de conexão e de comunicação entre o consumidor, o produto e a marca. Se a embalagem não for condizente com o produto, não chamar a atenção de quem o compra, a chance do consumidor não perceber o produto é bem maior. Um dos elementos que formam uma embalagem é o, que acaba por ser uma forma de comunicação visual (impressa na embalagem dos produtos), podendo conter a sua marca e informações como origem, data de fabricação e ingredientes. Na maioria das vezes o designer de produto é responsável pela forma da própria, considerando problemas de ergonomia e estética tri-dimensional. Enquanto o designer gráfico trata do da embalagem, onde o produto é apresentado graficamente. A embalagem comercial não é apenas um meio de armazenamento e transporte de um produto, mas é um objeto que possibilita aos consumidores uma relação afetiva individual com o produto. Mas desenhar rótulos de embalagem é um árduo trabalho, pois o designer gráfico tem de comunicar, impactar, além de despertar o desejo. E provocar emoções num ambiente de notória concorrência, não é uma tarefa tão simples. O desafio é unir publicidade, branding e design de informação, ou seja, a peça tem de fisgar o consumidor em diversos níveis. Criar valores que podem ser emocionais, mas geram reflexos práticos bastante objetivos como percepção de funcionalidade, identidade, personalidade e principalmente, fidelidade à marca. Mesmo a distância, o rótulo deve chamar a atenção atravé da tipologia, cores, ícones, imagens e

ilustrações, além da estrutura da embalagem. E de perto deve fornecer detalhes sobre a empresa, o produtos e todos os seus diferenciais. Numa venda, o que vale é investir em informações detalhadas como por exemplo baixo teor de gordura ou livre de trigo e junto uma narrativa emocional sobre a origem, como: Manteiga extraída de leite de cabras, criadas ao ar livre, em uma fazenda familiar no sul de Minas Gerais. De acordo com a pesquisa setorial ABRE (Associação Brasileira de Embalagens), para muitos consumidores a embalagem é o objeto que identifica simbolicamente o produto, tornando-se uma poderosa ferramenta de marketing. No Brasil os rótulos são fiscalizados pela ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária). De acordo com o órgão, o rótulo de um alimento, por exemplo, deve conter obrigatoriamente informações sobre sua denominação, que identifique sua origem e característica exemplo:”óleo de girassol”, uma lista com seus ingredientes, excetuando alimentos que contenham um único ingrediente, o seu peso líquido, a identificação de origem, de seu lote, o prazo de validade além de instruções de preparo e informações nutricionais. Portarias recentes regulamentaram que todo alimento industrializado que contenha glúten - 23/12/92 (lei 8543) - deve conter esta advertência em seu rótulo.

http://uellingtondesigner.blogspot.com

arrow-list A TEORIA DAS CORES E O DESIGN

As cores nos encantam todos os dias, deixando o mundo ainda mais bonito. Além disso, são uma forma de comunicação não verbal que define símbolos e padrões dentro da sociedade e na nossa educação, por exemplo as cores de trânsito.

De uma forma ou de outra todos somos tocados pelas cores e sua beleza ou funcionalidade, e esses dois atributos estão intensamente ligados ao design. Porém inicialmente vamos falar um pouco mais de cor, os efeitos sobre nossa percepção e as sensações que provocam em nosso organismo.

Cor, segundo o dicionário, é uma percepção visual provocada pela ação de um feixe de fótons sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso.

Após ser captada pela visão, a cor é processada pelo cérebro, formada, quantificada e avaliada, tornando-se um elemento de significado. Nessa etapa o cérebro identifica qual cor é vista e a relaciona com experiências anteriores para atribuir valores a cor. Desse modo, pode-se considerar que os seres humanos têm uma resposta emocional à cor, fundamentada no contexto cultural em que se insere. mportância histórica.

Assim, quando o Homem tomou consciência desta realidade, aprendeu a usar as cores como estímulos para encontrar determinadas respostas e, a cor que durante muito tempo só teve finalidades estéticas, passou a ter também finalidades e funcionalidades práticas. Dessa forma convencionou o uso de algumas cores com um significado pré -estabelecidos em conjunto com a sociedade e cultura

O Significado das cores

As cores possuem muitos significados diferentes de acordo com o uso ou atribuição, além de ter mudanças relevantes em seu significado de acordo com os diferentes processos históricos e a cultura em que estão inseridas.

Por exemplo, a cor azul significa imortalidade para os chineses enquanto no Irã é uma das cores do luto. Baseamos a análise na cultura Ocidental, mais comum no Brasil.

Vermelho: Esta é uma cor quente e intensa, muito usada para demonstrar conflito de emoções tal como o amor e a paixão, força de vontade, conquista liderança e senso de auto-estima. Sempre prende a atenção e gera muito destaque nas composições.

Laranja: Simboliza: encorajamento, estimulação, robustez, atração, gentileza, cordialidade, tolerância e prosperidade. Traz consigo características do vermelho e do amarelo. Porém é menos intenso que o vermelho e mais jovial também.

Amarelo: Cor tranqüila que remete a cuidado. Tem como principais significados a riqueza, alegria, vivacidade. Apesar de marcar nos objetos pode ser considerada uma cor leve.

Verde: É uma cor harmoniosa e tranqüila. Significa esperança, perseverança, satisfação, fertilidade, vida nova, crescimento, natureza. É uma cor neutra e pode ser usada em composições tanto como quente como fria.

Azul: Uma cor fria que possui uma presença muito forte, dificilmente passa despercebida. Passa autoridade, calma, confidência, dignidade, estabilidade, lealdade, poder, sucesso, segurança e confiabilidade.

Violeta: É a cor da alquimia e da magia, remete à cerimônia, alto valor, fantasia, justiça, mistério, notoriedade, realeza, sofisticação e espiritualidade.É uma mistura de azul e vermelho herdando características de ambas as cores, é considerada uma cor mais neutra.

Preto: É tecnicamente a absorção de todas as cores. Por conta disso ele representa a autoridade, rigidez, elegância e tradição. É uma cor com presença constante por ser de grande apelo e boa aceitação.

Cinza: Representa autoridade, mentalidade corporativa, humildade, praticidade, respeito, estabilidade, humilhação e neutralidade. È uma mistura de preto e branco levando consigo essa dubialidade, sendo melhor utilizada em contraste com outra cor.

Branco: Transmite limpeza, inocência, paz, pureza, refinamento, simplicidade, confiabilidade, imensidão.

Cores aplicadas ao Design

Marrom: Representa a constância, a disciplina, a uniformidade e a observação das regras.Calma, profundidade, terra, natureza, rascunho. É uma cor neutra, mas que transmite credibilidade.

Rosa: É romance, amor espiritual, evoca delicadeza e inocência. Deriva do vermelho, mas possui características neutras e harmoniosas.

Dentro desse aspecto das cores e seus significados é importante trazer esse significado para as peças de design que desenvolvemos. Afinal a cor também colabora na forma final de seu trabalho e precisa estar coerente com o projeto de design. Além da teoria das cores é preciso levar em consideração, no processo criativo, outros fatores como aplicabilidade, densidade da peça, iluminação em ter outros.

Vermelho: É a cor mais quente, apaixonante e dinâmica entre todas. Estimula visualmente, inspira, excita e agita.Use em pequenas doses na sua forma pura , apenas para chamar atenção aos pontos mais importantes ou em projetos que queiram realmente despertar a paixão

Laranja: nem tão vibrante quanto o vermelho, o laranja consegue ser uma cor equilibrada, sendo vibrante e ao mesmo tempo convidativa e acolhedora. Onde usar: para dar uma impressão simpática e convidativa para desenhos com energia e movimento sem ser avassalador.

Amarelo: A mais brilhante e energizante das cores quentes, é acolhedora, alegre estimulante e expansiva. Use para dar a impressão de felicidade e alegria. Em seu estado puro pode ser usado para projetos com crianças enquanto os tons escuros servem para designar antiguidade.

Verde: O verde é uma cor fria calmante, que equilibra e rejuvenesce. Use para dar harmonia e equilíbrio do design. Os tons mais escuros representam a estabilidade e prosperidade

Azul: Representa confiança, credibilidade e segurança. Use em projetos corporativos e de negócios. Tons mais claros podem ser utilizados em sites sociais, pois o azul claro representa calma e simpatia.

Violeta: Representa nobreza, abundancia e luxo. Utilize em projetos para aguçar a criatividade e imaginação, caracterização da riqueza e luxo e para dar tons de romance e requinte.

Monocromáticos: Utilize como backdrop para as cores mais intensas e vivas. De acordo com a característica pretendida.

Preto: Utilize em layout que preze elegância, o poder e modernidade. Possui a vantagem de ser sóbrio e se preciso misterioso.

Cinza: É a cor mais neutra. Sua falta de energia está associada ao design mais clássico.

Branco: Representa limpeza, simplicidade e minimalismo. Utilize para obter um design mais clean e funional. Muito usado em logos com jogos de negativo/positivo, ou com textos reversos.

Marrons: Ideal para backdrops em projetos com uso de texturas e afins. Utilize em projetos que passem confiança e integridade.

Marfim: Utilize em layouts que precisem passar elegância.

Bege: Assim como o cinza, possui um uso mais clássico, cuidado para não se tornar cansativo.

Claro que a teoria das cores não pode sobrepor a criatividade, mas trata-se de uma boa base para criar e defender peças, lembrando sempre que os significados variam culturalmente sendo importante para um bom designer construir sua bagagem cultural.

Então faça um bom uso das cores e de sua criatividade mantendo sempre o bom senso, aproveite e tenha ótimas criações.

Por Thiago Flores

arrow-list A IMPORTÂNCIA DE ANUNCIAR POR MEIO DO OUTDOOR

A Comunicação é uma peça muito importante para o sucesso de uma empresa no mundo mercadológico, isso é preciso pela constante demanda de novas empresas e, conseqüentemente, mais concorrência. Dentre os meios de comunicação existentes, o outdoor é um dos mais impactantes e de fundamental importância na interação entre a mensagem publicitária e seu público-alvo.

Esse tipo de mídia exterior traz muitas vantagens neste mercado competitivo, pois trata-se de um meio bastante flexível principalmente para as regiões urbanas, com maior concentração de consumo de produtos de massa. Veiculado 15 dias, 24 horas ininterruptamente, o outdoor tem apresentado altos índices de retorno para o anunciante.

Até poucos anos, o outdoor era considerado uma mídia alternativa. Agora, agências e anunciantes parecem estar redescobrindo este tipo de mídia, que se moderniza cada vez mais e lança campanhas de forma criativas e ousadas. Por onde quer que se olhe, vemos peças extrapolando a medida original, com altura e larguras extraordinárias, para comportar a mensagem comercial. Incorporam-se apliques e o outdoor ganha profundidade, volume, cheiro ou qualquer idéia que se destaque entre os vários anunciantes. Com a alta exposição do consumidor às diversas mídias, o meio precisava se transformar num instrumento que desse maior destaque à mensagem.

Ao confirmar as qualidades e o poder comunicativo do outdoor, os grandes criativos passaram a ter em mãos, um poderoso instrumento para repassar suas idéias ao mercado consumidor a custos altamente vantajosos.

Ao expor uma campanha na via pública, você está falando e expressando suas idéias e seu trabalho a toda uma cidade, durante 15 dias e 15 noites, aliando impacto, eficiência e freqüência, a baixo custo de veiculação.

Leia mais sobre a utilização do outdoor. Clique aqui

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arrow-list PAPELARIA INSTITUCIONAL

" O Material Institucional, é obrigatório e indispensável à sua empresa" .

Fundamental para a divulgação de marcas, produtos, serviços e até mesmo idéias, a comunicação corporativa se baseia em ações de propaganda e publicidade para conquistar a atenção do público e expressar as visões da empresa. Criatividade, persuasão e informação são a bases para a elaboração de nossos planos de mídia e para o desenvolvimento de peças de comunicação institucional e promocional.

O projeto de uma marca com foco na visão e na expectativa do público sobre um dado negócio é o primeiro e mais importante investimento em comunicação que uma empresa pode realizar.
A partir de então, com o apoio de uma identidade visual bem planejada, esta marca se fortalecerá por meio de associações positivas e resultados ainda mais significativos.

Os projetos de marca e identidade visual desenvolvidos pelo Studio Janet Paiva tem como foco três situações básicas:

1. Inovação - nossos projetos precisam ser muito atraentes em seu visual, mas também transmitir a essência da empresa cliente;

2. Otimização - no planejamento e design da marca e da identidade visual, nosso objetivo é oferecer projetos viáveis economicamente frente à expectativa de retorno, memoráveis e agradáveis para o público e a empresa e capazes de reduzir gradativamente as necessidades de investimento em propaganda;

3. Transparência - a determinação de prazos e os fluxos de atendimento não podem apresentar pontos de dúvida para evitar o retrabalho e insatisfação

arrow-list CRIAÇÃO E REFORMULAÇÃO DE LOGOMARCAS

"Marca é expectativa, promessa, experiência. Você cria uma marca com uma história"

1 Criação de Logomarca
1 Reformulação de Logomarca: Modernização de uma Marca existente pela reformulação de desenhos e elementos, mantendo conceitos, identidade e valores agregados.

Para criar uma marca/logotipo de sucesso não basta boa vontade. É preciso algum conhecimento técnico e principalmente conhecer a fundo o cliente. Desta forma, será possível traduzir a essência da empresa em um símbolo gráfico.

Um bom logotipo prende o olho - deixa o observador curioso ou ligado, mesmo por um curto instante, um instante em que a imagem e a existência de sua empresa são inseridas na mente, ao invés de serem filtradas junto com outros milhões de estímulos. Criar um logo é sempre um processo - embora diferentes designers tenham seus próprios métodos. Muitos designers começam fazendo rascunhos ou brincando com uma forma na tela do computador, até que algo "estale", e daí seguem este caminho para ver até onde podem chegar.

Os primeiros passos
Uma boa maneira de começar é selecionar uma forma que represente o conceito da empresa e começar a jogar com ela. A idéia é trabalhar com o algo interessante ou inteligente, seja um ponto de vista diferente, ou uma combinação inusitada de formas.
Muitos designers preferem criar logos feitos inteiramente de texto. Experimentando com tipologias, tamanho, forma, eles buscam encontrar uma maneira interessante de representar a empresa usando apenas as formas das letras. A simplicidade também é extremamente importante. Este não é o momento de usar tipologias decorativas ou extravagantes. Sozinho ou combinado com elementos gráficos, o texto em um logo deve ser facilmente lido em pequenos tamanhos.

Cores e Contrastes
Uma vez que a forma básica para o logo foi definida, é hora de levar o item cor em consideração. Mais uma vez, a cor para um logo deve permanecer simples. Você pode sempre viajar um pouco mais quando se trata de uma marca para a web, mas um logo bom deve funcionar bem em apenas uma cor e gradientes desta cor. A cor deve ter um sentido, ela deve colaborar na criação do conceito de identidade visual que se pretender criar.

O contraste é um outro conceito poderoso na criação dos logos - você pode contrastar o tamanho, cor, tipologias, texturas - para criar um interesse visual. Uma logomarca deve ser simples e abstrata, e não complicada ou confusa, e uma vez mais, todos os elementos devem ser discerníveis quando reproduzidos em tamanhos pequenos.

Simplicidade Sempre
Um bom logotipo funciona da forma mais simples.
Com o advento da Web, é comum ver logos que contêm gradientes exagerados, 3D, animação, e diversos outros efeitos visuais. Mas se o logo não puder ser reduzido também em a uma versão simples de uma única cor para o uso em fax e originais fotocopiados, este logo é funcionalmente inútil.

Por mais tentador que seja criar um logo delirante, um designer deve sempre considerar todas as maneiras que a identidade da empresa será disseminada. Uma vez que isto seja realizado com sucesso, você pode sempre sofisticar um pouco mais a versão web de seu logo mais tarde.

Tipo e Tamanhos
Há três tipos básicos de logos, que podem ser usados sozinhos ou combinados dentro de um projeto:

1. Logos ilustrativos - um logo que ilustre claramente o que sua empresa faz;
2. Logos gráficos - um logo que inclui um gráfico, freqüentemente uma abstração, sobre o que sua empresa faz;
3. Logos baseados em tipologia - um tratamento do texto que represente sua empresa.

O tamanho é um ponto crítico ao se projetar um logo. Uma dica útil é que se um logo funcionar bem no tamanho para um cartão de visita, provavelmente ele ficará bom em escalas maiores. Faça um teste: certifique-se que seu projeto de logo é visualmente agradável e interessante em diversas escalas antes de dedicar-se à sua finalização.

A web e as peças impressas são duas mídias inteiramente diferentes. Se você estiver projetando um logo pela primeira vez, é melhor que você projete seu logo primeiro para as peças impressas e depois para a web. O que pode parecer grande e legível na tela do computador, impresso do tamanho de um selo postal pode ficar totalmente confuso.

arrow-list IDENTIDADE VISUAL

" O Material Institucional, é obrigatório e indispensável à sua empresa" .

A Identidade visual é o conjunto de elementos formais que representa visualmente, e de forma sistematizada, um nome,idéia, produto, empresa, instituição ou serviço. Esse conjunto de elementos costuma ter como base o logotipo, um símbolo visual e conjunto de cores.

A confecção de um logotipo ou de um símbolo visual capaz de representar a assinatura institucional da empresa deve ser estabelecido através de um documento técnico ao qual os designers nomearam de manual da identidade visual. Esse documento serve para estabelecer normas e critérios técnicos de reprodução da marca nos mais variados suportes existentes no atual estado da técnica como por exemplo: suportes gráficos (impressão) e suportes eletrônicos (interfaces).

Manual de identidade visual

O Manual de identidade visual deve conter:

  1. Os aspectos formais da marca - ou seja os elementos que compõe o símbolo gráfico e as variações formais da marca: por exemplo, para uma marca representada por uma imagem fotográfica deve ser apresentado tal imagem nos padrões monocromático, preto e branco, tons de cinza, fotográfico uma versão digitalizada ou seja uma versão vetorial da marca nas mesmas variações formais: monocromática, preto e branco, tons de cinza, chapado.
  1. Apresentar as variações da assinatura da marca: padrão de assinatura horizontal, padrão de assinatura vertical e variações formais da assinatura com slogan e sem slogan. Algumas marca contém slogan, outras não. Assim como algumas marcas são compostas simplesmente pelo nome da empresa (Coca-Cola, IBM, Microsoft). É imprescindível apresentar tais características da marca e sustentar uma utilização padronizada.
  1. Apresentar aspectos técnicos da marca: cor (pantone, rgb, cmyk, hexadecimal), fonte, dimensões, direção, etc.
  1. Apresentar o padrão de utilização da marca em todo o material institucional previsto pela empresa: papel timbrado, envelope, etiqueta, adesivo, embalagem, objetos, uniforme, rótulo, frota etc.
  1. Determinar dimensões mínimas e máximas para a impressão
  1. Regularizar a utilização da marca em fundo colorido, preto, branco e monocromáticos.
  1. Apresentar situações a serem evitadas.

"Registrar marcas, escrever um roteiro, projetar uma casa, criar um logo, dirigir um filme e decorar uma casa são coisas que "qualquer um" pode fazer. Mas se você pretende que qualquer uma dessas coisas seja feita de forma "profissional"… Contrate um.

arrow-list A IMPORTÂNCIA DO DESIGN DE RÓTULOS E EMBALAGENS

IMPORTÂNCIA DO DESIGN DE EMBALAGENS

A embalagem é o principal elemento de conexão e de comunicação entre o consumidor, o produto e a marca. É um dos principais fatores que impulsionam a venda do produto. Se a embalagem não for condizente com o produto, não chamar a atenção de quem o compra, a chance do consumidor não perceber o produto é maior.

Entre os atributos mais facilmente perceptíveis gerados pelo design estão: praticidade, conveniência, facilidade de uso, conforto, segurança e proteção ao produto.

Além disso o design agrega valor aos produtos ao adequá-los de forma eficiente às necessidades e expectativas do consumidor e definir seu posicionamento correto no mercado. Estes valores podem ser emocionais, mas geram reflexos práticos bastante objetivos como percepção de funcionalidade, identidade, personalidade e, principalmente, fidelidade à marca.

EMPRESAS E EMBALAGEM

Um estudo realizado pela CNI (Confederação Nacional das Indústrias) indica que 75% das empresas que investiram em design registraram aumentos em suas vendas, sendo que 41% também conseguiram reduzir os seus custos. A pesquisa mostrou ainda que entre produtos semelhantes, o consumidor acaba preferindo o que possui a embalagem mais atraente, bela e prática, estando inclusive disposto a experimentar uma marca nova se a embalagem desta possuir tais características, já que isso está diretamente relacionado à valorização da auto-estima do consumidor.

Mais recentemente, as pequenas e médias empresas também perceberam que podem e devem investir em design para serem competitivas. Mais do que isso, viram que design não é um serviço de luxo, ao contrário, trata-se de um serviço altamente especializado, com uma ótima relação custo x benefício e que pode ser facilmente incorporado ao seu cotidiano.

Seja a empresa de grande, médio ou pequeno porte, no ponto-de-venda todas têm acesso ao consumidor e aquela que investe em design de embalagem tem mais condições de se destacar e se tornar uma marca vencedora.

[Dados da ABRE - Associação Brasileira de Embalagens]

A embalagem é a primeira expressão material do produto. É um índice de valor do produto que determina o comportamento do consumidor.

Através do design, uma embalagem bem projetada, agrega valor e aumenta sensivelmente as vendas. Fundada em fevereiro do ano 2005, o Studio Janet Paiva, desenvolveu mais de 600 projetos de embalagem, identidade corporativa e produtos para diferentes empresas, buscando sempre encantar os clientes dos nossos clientes, com soluções de alto impacto visual.

Para nós, o design é a manifestação estética final que surge de detalhadas pesquisas, análise e pensamento estratégico em busca dos diferenciais que permitem transformar commodities em bens únicos e desejados. Mais do que isso, o design é uma atitude, uma forma de resolver os problemas materiais pelo ângulo do inusitado, sem perder a elegância, o bom humor e a viabilidade.

A IMPORTÂNCIA DO RÓTULO NA EMBALAGEM

A comunicação visual dos rótulos garante os posicionamentos exacerbados, tornando certas marcas representantes de produto, Como é o caso do Bombril, Confort, Gillette, Zíper, Leite Moça, Maisena, etc.
O homem - usuário convive com estímulos exteriores que afetam os sentidos, induz no modo de pensar, de usar e de consumir.
Com o reconhecimento do produto pelo rótulo, o usuário pode tornar tangível segurando a embalagem, cheirando e experimentando.
O reconhecimento do produto implica no contato visual ou mesmo no uso anterior.
O rótulo permite esse reconhecimento, a identidade visual com o rótulo do produto traz, informações sobre ingredientes ou composição, finalidade do produto, modo de uso, além do aspecto informacional, o rótulo também agrega valores estéticosao produto.
Com os consumidores cada vez mais exigentes, cujo desejo nunca é satisfeito, uma conseqüência da cultura de massa, busca qualidade e mostra-se mais infiel ao produto.
Tais características geram a competição de mercado pelo fabricante de produto, que precisa do designer para influenciar dentre muitas estratégias, com o apelo visual para vender. Pois além da exigência do usuário, existe o problema da similaridade visual do produto, a embalagem acaba sendo um ponto de diferenciação durante a compra.
O desenvolvimento do rótulo vai além da criação. Envolve conhecimento, pesquisa, arte e tecnologia, aspectos artístico-estéticos dos rótulos das embalagens que tem fundamento e criam a identidade visual.

"A embalagem é a apresentação do produto, o rótulo sua "roupa", tem o objetivo de atrair o consumidor, dizer o que o produto é."

arrow-list Desenvolvimento de WEBSITES e HOTSITES

WEBSITES

A criação de sites compreende uma série de opções, tecnologias e mecanismos, que alinhados ao marketing digital, permite mostrar ao mercado através de vídeos, sons, páginas eletrônicas e figuras, o posicionamento da sua empresa, seus produtos e serviços, de forma dinâmica e com grande interatividade.

O web site (conhecido também como site, da origem brasileira ou sítio, da origem européia) é um dos instrumentos de publicidade mais eficientes que existe. Serve de apoio à campanhas publicitárias de outros meios de comunicação como o rádio, televisão, jornal, placas, folhetos, etc., podendo constituir um empreendimento completo ou parcial de prestação de serviços, venda de produtos e informações institucionais.

Estar presente na Internet é uma necessidade para empresas de todas as áreas e a interatividade com o usuário é o seu grande trunfo. Quando este recurso é bem utilizado, ele se revela uma forma de aproximação com os clientes, de conhecê-los e gerar negócios.

A criação de sites, quanto ao conteúdo, pode representar desde um site institucional, midiáticos, até um grande portal com informações atualizadas todos os dias, como:

- noticiários
- blogs
- flogs
- podcasts
- vlogs
- aplicativos
- comércio eletrônico
- banco de dados
- comunitários
- portais

TRÊS FATORES ESSENCIAIS PARA SEU WEBSITE:

VISIBILIDADE

É importante observar que os sites precisam estar referenciados em buscadores globais ou guia de busca local para que obtenham os desejados acessos (mecanismos de busca). Sem eles, dificilmente um site seria acessado por novos usuários ou clientes.

AGILIDADE

Milhares de empresas ao redor do mundo estão investindo todos os seus esforços na conquista de um espaço neste mercado promissor. Velocidade é um fator determinante para a sobrevivência no mercado e a agilidade com que a sua empresa gera oportunidades (e as atende) é essencial.

COMPLETO

A internet é o meio de comunicação que mais cresce no mundo, além de ser o mais rápido e eficiente. Há várias vantagens que a envolvem: tempo, facilidade e agilidade de comunicação, compras, pagamentos de contas, serviços on-line, interatividade, entretenimento, facilidade de transmissão e informação, diversidade de conteúdo e, principalmente, trata-se de um dos meios mais econômicos que existe. E nós estamos atentos a estas vantagens e preparados para atender sua empresa.

"Quantas vezes você já mostrou um layout lindo para o cliente e ele disse: Eu gostei, mas minha mulher não gostou. Aí você muda para agradar a mulher dele, mas o gerente da empresa achou estranho. Aí você muda para agradar os dois e agora é o dono da empresa que antes gostava, achou esquisito. No final, você vai continuar mudando para agradar a todos, mas ninguém vai ficar satisfeito, e acaba indo "pro ar" um grande fisco que tem no rodapé o seu nome ou o nome da sua empresa. "

HOTSITES

Hot site (conhecido também como Micro-site ou Mini-site) é um pequeno site planejado para apresentar e destacar uma ação de comunicação e marketing digital pontual.

Hot loja é a mesma aplicação promocional que um Hot site, todavia para lojas virtuais.

Tecnicamente não há nenhuma diferença entre um "web site" e uma "hot loja" ou um "hot site"; sua diferenciação está apenas na estratégia de comunicação utilizada para concebê-lo.

Usualmente os hot sites e hot lojas possuem tempo de vida útil determinado e são ligados a uma ação de marketing ou comunicação específica, com duração atrelada a esta ação mercadológica:

Lançamento de produtos, eventos, novas edições de produtos ou serviços, ações de CRM (Customer Relationship Management), entre outras.

Geralmente as hot lojas possuem um apelo visual maior e são mais focados em um público específico, traduzindo a expectativa deste target. Na sua maioria são produzidos em tecnologia interativa, como Flash e outros componentes multimídias que geram um resultado visual mais agradável e interativo.

Desenvolva sua campanha com o Studio Janet Paiva e obtenha o que muitos já obtiveram: resultado. Esse é o nosso compromisso.

arrow-listOS VALORES E OS SENTIMENTOS DA MARCA

O que é a Marca?

  • Marca é um fenômeno sócio-cultural complexo, emergente dos múltiplos relacionamentos estabelecidos entre a organização e seu público.
  • Reside na mente das pessoas e se manifesta quando é lembrada e selecionada;
  • Coexiste junto a outras marcas em ambientes dinâmicos e cada vez mais competitivos, no qual a diferenciação baseada no produto ou num grupo de usuários já não é suficiente.

"Não deixe que uma marca ‘CONGELADA’ comprometa a imagem de sua empresa".


Este é um assunto de vital relevância, a marca é a “representante legal” de uma instituição no mercado. É a síntese de seus valores, atributos e ações, espelha todos os esforços de comunicação com seu público alvo.


Grande parte das empresas pensam em "marca" quando se estabelecem. Neste momento, é necessário um símbolo que as represente em peças corporativas: cartões, envelopes, documentos, dentre outros materiais institucionais.

Encerrada a necessidade inicial, ela é esquecida, relegada a um segundo plano. A partir daí, é considerada mera “assinatura” de anúncios e catálogos de produtos.


Passam-se décadas, até que os sinais de desgaste da imagem da empresa fica aparente, a marca parece um símbolo de outra época.

Os concorrentes que possuem um comportamento mais “ousado”, investem em modernização na comunicação.

A Plataforma é a principal ferramenta para desenvolver uma marca. Sua função é criar uma personalidade única que potencialize os negócios. Uma Marca bem gerida agrega valor ao negócio, através da diferenciação.

A Plataforma da Marca é composta por: Visão, Missão, Valores, Posicionamento e Propósito. Ela estabelece as normas básicas, garantindo a aplicação correta e consistente da marca, por meio de regras claras e funcionais.


E a sua marca? Como lhe parece?


Quando foi a última vez que sua marca passou por uma mudança?

Se ocorreu recentemente, foi desenvolvida de forma acidental, para uma melhor aplicação em uma peça de comunicação, com fundo duvidoso, ou foi resultado de um estudo profundo, avaliando o impacto das mudanças, passando por uma reestilização sob os modernos princípios do design?


A estética de uma marca não deve ser resultado do gosto pessoal de alguém: dos executivos da empresa ou mesmo de um profissional habilitado em comunicação: designer, diretor de arte ou arquiteto.

A estética ou a nova estética de uma marca deve ser o resultado de um estudo sério, que envolva os valores corporativos e o entendimento simbólico avaliados com seriedade por profissionais habilitados na áres de branding.

A marca que possue característica forte em diferenciação e excelência na qualidade de comunicação com o público, encontra um “espaço único” no mercado.

Estamos na era da informação, a marca que busca o sucesso deverá encontrar a sua essência.

arrow-listLEVANDO NOVA VIDA À MARCA

Estamos na era da informação, a marca deve encontrar a sua essência e buscar o sucesso.

O público pode perder a preferência por algumas marcas devido a mudança de hábitos dos consumidores ou pela entrada de concorrentes inovadores no mercado.

Alguns métodos utilizados para revigorar uma marca:

- Sintonia com o consumidor - Reposicionamento da imagem da marca:

Para uma marca retomar o mercado, ou se tornar uma “brand” de destaque, um dos fatores importantes é a sintonia da marca com os novos desejos e necessidades de seu público.

No início dos anos 90 os chinelos Havaianas eram totalmente sem charme, e usados principalmente por pessoas que não podiam adquirir produtos de melhor qualidade.

Nessa época as fronteiras entre o despojamento e a sofisticação tornaram-se menos claras, e a despretensão das sandálias de borracha encaixou-se bem nesse cenário em que ser chique era ser descolado, entretanto para tornar o produto desejado era necessário revitalizar a marca.

Em 1994, iniciou-se uma grande mudança na comunicação e no mix do produto, com o slogan “Havaianas, todo mundo usa”, foram criadas campanhas para TV e mídia impressa, onde personalidades mostravam seus pés usando Havaianas. Foram lançadas as Havaianas Top, modelos coloridos destacando o alto-astral da marca. Acontecendo o grande sucesso de reposicionamento do produto, passando a ser desejado pela população como um acessório de moda e estilo.

Em 12 anos, a Havaianas tornou-se artigo de moda e a marca é vista hoje ao lado de grandes empresas internacionais como Chanel, que vende pares de sua marca com a de Havaianas numa ação de co-branding.

Só em 2006, 160 milhões de pares foram vendidos, dos quais 10% foram para mais de 80 países espalhados pelo mundo.

- Alinhamento com a nova marca:

Não adianta criar um novo produto, ou recriar a imagem de uma marca se toda a comunicação não estiver adequada ao novo posicionamento. Todos que se relacionam com a marca, funcionários, acionistas, fornecedores, agências de publicidade, devem ter a mesma visão e o mesmo discurso. Isso é possível através da criação, divulgação e implantação de um copy-strategy.

Um copy-strategy é um guia da marca, que vai declarar a promessa, os benefícios a serem divulgados ao mercado e o tom de sua comunicação.

A declaração de benefícios é a definição do produto citando a forma como ele beneficiará os consumidores. Depois disso vem a promessa da marca, e é aí que inicia a real diferenciação que pode definir a preferência do consumidor.

No McDonald's, Larry Light cita que eles definiram que queriam ser “o lugar favorito de seus consumidores para comer e beber” e o slogan “Lovin´it”. E essa promessa se tornou uma missão conhecida por todos os funcionários, que se esforçaram para atingir os objetivos. Novos produtos foram introduzidos no cardápio, atendendo aos consumidores que desejavam algo menos calórico, mais saudável. Foram criados os McCafé, mais acolhedores e com produtos específicos para quem deseja simplesmente parar e tomar um cafezinho, e não fazer um lanche completo.

Para traduzir a promessa da marca, a forma de comunicação em todas as mídias, incluindo as comunicações internas para funcionários, é o último tópico a ser especificado no copy-strategy. Definindo se as peças de comunicação trasmitirão um ambiente alegre, sério, jovial, racional, emotivo e bem-humorado.

No Mc Donald´s o azul foi introduzido na comunicação, para simbolizar o novo posicionamento da empresa que introduziu produtos Light no cardápio, como saladas, frutas, água de coco dentre outros.

- Incentive a confiança na marca:

A sintonia com os desejos e necessidades do consumidor e a promessa da marca são essenciais para o sucesso, acrescido de uma comunicação bem elaborada para atingir o público correto.

Existe também a tendência, um apelo para que as marcas sejam social e ambientalmente responsáveis, isso repercutirá positivamente.

Ao longo dos anos, o McDonald's, apesar das críticas, por ser uma empresa de fast-food, investiu em criar uma imagem positiva com a casa do Ronald McDonald: responsabilidade ambiental, compromisso com a diversidade e atividades para com as comunidades locais. A medida que a preocupação da população com a saúde aumenta, o Mc Donald´s investe em informações sobre os dados nutricionais de seus produtos, trazendo alimentos mais saudáveis para seu cardápio.

*Alguns exemplos citados neste artigo foram retirados de textos de Larry Light, que foi diretor de marketing do Mc Donald´s entre 2002 e 2005. Outros foram tirados de artigos sobre o grande case que é a Havaianas, hoje uma marca muito badalada tanto no Brasil quanto no exterior.

O Cartão de Visita é uma ferramenta que imprime a sua marca pessoal.
Ao entregá-lo está convidando o outro a manter contato com você ou com a sua empresa. Além disso, indica a forma correta de escrever seu nome, define sua ocupação e as formas de contato.

Um bom cartão de visita ajuda a destacá-lo, transmite credibilidade e reflete a sua marca pessoal.

O cartão de visita não deve ser apenas bonito. Seu design deve comunicar de forma clara e precisa quem é você ou a sua empresa. É a forma de comunicação com seu público-alvo. O formato, cores e fontes devem transmitir a sua marca, a imagem e os valores de sua empresa em sua área de atuação.

Não deve copiá-lo de outra empresa. Pense em um guarda-roupa, você pode adorar o figurino de seu amigo publicitário, mas ele não funcionará em seu escritório de advocacia.

Vale a pena um bom investimento. Pediria a um mecânico para fazer seu tratamento de canal?

Pois é! Contrate um designer, uma agência de marketing ou branding para desenvolver sua identidade visual, assim manterá coerência em todo seu material institucional.

Existe uma forma no modo de lidar com o cartão de visita para valorizar e fortalecer a sua imagem:

  • Para começar, nada de guardar seus cartões soltos em um bolso qualquer. Guarde-os em lugar de fácil acesso, em um porta-cartão de qualidade que combine com seu estilo pessoal. Desta forma transmitirá uma imagem profissional e coerente com sua área de atuação.
  • Nada pior do que ficar remexendo os bolsos em busca do seu próprio cartão e ainda por cima entregá-lo sujo ou amassado. Seu cartão de visita é valioso e não deve ser tratado como panfleto.
  • Ao entregar um cartão, está indicando que aquela pessoa merece seu tempo e atenção.
  • Ele não deve ser entregue indiscriminadamente, para qualquer um, como propaganda do seu negócio. Para isto produza um folder.
  • A princípio, os cartões devem ser usados em situações profissionais, como reuniões de trabalho.
  • Em eventos sociais use-os com sabedoria.
  • Não saque seu cartão de visita logo de cara. Converse para ter certeza de que deseja ser encontrado. Nunca entregue um cartão de visita com informações desatualizadas. Sabemos que as empresas de telefonia poderão mudar repentinamente seu número de telefone. Refaça-os imediatamente jogando os antigos no lixo. Se for informado de antemão sobre a mudança providenciar novos cartões antecipadamente. A tolerância é de aproximadamente 30 dias para continuar entregando os antigos cartões, corrigidos à mão.
  • Ao receber um cartão leia-o antes de guardá-lo, demonstrará respeito e valorização.


O Cartão de Visita é um pequeno pedaço de papel que fará a diferença na forma como os outros acreditam que conduz os seus negócios

De acordo com informações oficiais do Instituto Nacional de Propriedade Industrial - INPI, o número de cadastros de marcas está crescendo anualmente, isso demonstra que o empresário está cada dia mais consciente da importância do registro de sua marca, para garantir o seu direito e o reconhecimento de que a marca é um grande diferencial competitivo no mercado. “A marca é um sinal distintivo, visualmente perceptível, que identifica um produto ou serviço de uma empresa”.
Em razão desta singularidade, a marca agrega valor aos produtos e serviços comercializados por determinada empresa, torna-se um ativo importante, o que faz que a marca seja a protagonista de uma negociação comercial.

As Vantagens do Registro da Marca

Por esta razão, a marca deve ser protegida através do registro junto ao INPI.
O proprietário terá garantias contra o uso indevido de sua marca. Afinal, nos dias de hoje, onde a expressão “nada se cria, tudo se copia” impera, é mais fácil o concorrente copiar uma MARCA de sucesso do que um produto de sucesso.
Antes de iniciar o procedimento junto ao INPI, recomenda-se verificar se a marca é registrável, se está disponível, se já foi registrada por outra pessoa que atua no mesmo seguimento do produto ou serviço, que uma determinada empresa comercializa.
Com a expedição do Certificado do Registro de Marca, o titular poderá usar a marca de forma exclusiva, sendo assegurado o direito de ceder seu registro, licenciar seu uso e zelar pela sua integridade material, pelo prazo de 10 (dez anos), prorrogáveis por períodos iguais e sucessivos.
Devido a importância e a proteção do ativo intangível “Marca”, o Studio Janet Paiva oferece aos clientes todo suporte ao registro da marca, resguardando seus legítimos direitos e interesses dentro da ordem jurídica brasileira.

Pergunte a um empreendedor ou ao proprietário de um pequeno negócio o que ele faz para conquistar clientes. É provável que responda que faz tudo ao seu alcance para garantir que eles tenham uma ótima experiência. Satisfeitos, o clientes retornarão ao seu negócio e possivelmente o recomendarão aos seus familiares e amigos.

O Facebook possibilita que o exemplo descrito acima seja reproduzido em uma escala nunca vista antes, tornando possível que não só os amigos mais próximos dos seus clientes possam ser alcançados, todos são capazes de interagir com ações feitas nesta rede social.

Para as empresas, o Facebook se tornou tão relevante que em muitas delas a rede social é o principal instrumento de suporte à sua plataforma de negócios. Somente no Brasil são mais de 67 milhões de usuários. A importância para as empresas está relacionada ao número de usuários que a rede social colocou ao alcance dos seus serviços de publicidade.

O grande objetivo das empresas no Facebook é obter engajamento, para isso elas podem utilizar diversas opções para fazer com que os usuários interajam com a sua página e assim alavancar os resultados.Ela se tornou uma importante ferramenta na gestão de marcas principalmente por seu conjunto de funcionalidades, designadas para essa função.

Facebook Ads, serviço de anúncios do Facebook, conta com diversos recursos de segmentação e diferentes formas de investimentos, possibilitando às empresas atingir o seu público-alvo, favorecendo os aspectos interativos com a participação de usuários em suas páginas que é o principal atributo para obter engajamentos. Outra opção disponível para as empresas são as publicações promovidas, utilizadas com a finalidade de serem vistas por um número de usuários maior do que o habitual.

Todo o esforço de divulgação empreendido em sua página na rede social pode ser mensurado, é possível acompanhar e ter controle sobre todas as atividades.

Mas apesar de todo o seu potencial, é importante lembrar que o Facebook é somente um dos inúmeros instrumentos de divulgação à disposição das empresas na internet. Sua estratégia nas redes sociais deve estar alinhada com os objetivos institucionais da empresa. Todos os resultados obtidos no Facebook podem estar em jogo se a marca não possuir um bom site, além disso, ele precisa ser facilmente encontrado pelos usuários nos mecanismos de busca.

 

Se você já tem um pouco de familiaridade com o Facebook deve saber que ele já se tornou uma importante ferramenta de marketing para as empresas. Isso porque a maior rede social do planeta, com mais de um bilhão de usuários, oferece soluções de publicidade bastante convenientes. No Brasil, somos mais de 60 milhões de usuários e esse número pode crescer ainda mais, uma audiência comparável somente com a da televisão.

Mas antes de realizar qualquer campanha de publicidade na rede social, é preciso saber que para isso é necessário criar uma página e obedecer às regras de utilização da ferramenta. Todas as opções de publicidade no Facebook são acompanhadas de exemplos e tutoriais para ajudá-lo a desenvolver as campanhas de sua página. Veja a seguir todas elas:

Facebook Ads

O Facebook Ads é responsável por desencadear uma série de ações dentro da maior rede social do planeta. Além de promover as próprias páginas criadas na rede, com ele você pode divulgar um site, ofertas, conteúdos e muito mais, usando anúncios simples com fotos ou até mesmo com vídeos de curta duração. Escolher o tipo de interação que você deseja promover é uma parte importante dentro da estratégia de anúncios na rede, seja com a finalidade de aumentar o número de visitas em um site ou fazer com que mais usuários curtam a sua página.

Segmentar o público-alvo é o primeiro passo para determinar o orçamento de uma campanha com o Facebook Ads. Fatores como o alcance geográfico e o tamanho da audiência, bem como outras características demográficas e sociais estão envolvidos no sistema de leilões de anúncios.

Histórias Patrocinadas

Você já deve ter percebido que algumas das interações realizadas por seus amigos em certas páginas apareçam em destaque no Feed de Notícias. Essas são as Histórias Patrocinadas e servem tanto para promover uma página do Facebook, como um aplicativo ou evento. Cada vez que um usuário curte sua página, por exemplo, uma história patrocinada é criada no Feed de Notícias ou junto dos anúncios, à direita.

Quando os usuários utilizam o botão Curtir para recomendar uma publicação isso quer dizer que de alguma maneira eles se importam ou endossam o conteúdo que foi compartilhado. O Facebook acredita que muitos usuários compartilham dos mesmos gostos e essa ferramenta torna mais provável que uma página recomendada por algum deles também seja curtida por mais alguém.

Publicações Promovidas

Uma maneira de impulsionar o engajamento em sua página é aumentar o número de fãs que irão visualizar as publicações feitas por você. Promover as publicações faz com que todos os usuários que curtiram sua página vejam nos seus Feeds de Notícias o conteúdo que você publicou. Quando seus fãs curtem, compartilham ou comentam sua publicação, os amigos dos seus fãs também observam essa interação. Você pode promover qualquer tipo de publicação, imagens, vídeos, links para outros sites, desde que ela tenha sido publicada a menos de três dias.

Logout Page Ads

Outra opção de publicidade no Facebook pouco utilizada por aqui são os anúncios nas páginas de Logout da rede social. Trata-se de anúncios que ocupam quase que por inteiro a metade superior da tela nessa página e que por essa mesma razão têm preço bastante elevado. Especulações vindas de sites especializados calculam que o espaço custe diariamente cerca de R$ 1.400,00.

Em pouco tempo, o marketing digital se tornou prioridade nos investimentos de publicidade das empresas.

O dinamismo característico das mídias digitais, que possibilita a construção de um relacionamento próximo e efetivo com potenciais consumidores, tornou a ferramenta indispensável nos mais diversos segmentos. Mas marcar presença na web – em todos os canais e das mais diferentes formas possíveis – não é suficiente. O sucesso das ações de e-marketing depende, essencialmente, de um bom planejamento das estratégias.

Além de organizar as ações e poupar tempo, o planejamento de marketing digital minimiza o aspecto de imprevisibilidade típico de novos projetos e campanhas, apresentando as oportunidades mais promissoras do mercado para cada negócio. Identificar essas possibilidades de atuação nas mídias digitais pode trazer benefícios, como crescimento e reconhecimento da marca, retorno financeiro e fidelização de clientes.

O processo de planejamento envolve análises minuciosas e aprofundadas de mercado, concorrência e das ações já realizadas pela empresa. Essa avaliação, acompanhada da definição dos objetivos das ações na web, fornecerá as informações necessárias para orientar o plano de ação em e-marketing. Confira algumas dicas sobre as etapas fundamentais deste planejamento.

Análise da concorrência

Nesta etapa, a empresa deve estudar a atuação dos concorrentes em todos os canais de marketing digital – websites, social media, e-mail, SEM (Search Engine Marketing). Essa análise fornecerá dados importantes sobre a destinação das verbas para as estratégias online. Se uma empresa concorrente estiver investindo muito mais do que a sua em campanhas digitais, é hora de reforçar a presença da marca na web. Além desta informação, a análise também permitirá identificar canais onde os concorrentes não têm grande atuação, que podem ser áreas férteis para investimentos e fortalecimento de marca.

Marketing estratégico

Depois de analisar a concorrência, a empresa deve definir os objetivos de sua atuação na web e a forma como quer ser lembrada e percebida pelo consumidor. Essa etapa é fundamental para a criação dos diferenciais que podem ser trabalhados nas campanhas online, a fim de se destacar da concorrência.

Priorização de táticas

Se suas verbas não permitem marcar presença em todos os canais que deseja – e nos quais estão seus concorrentes –, priorize táticas. Defina os espaços em que atingirá seu público-alvo de forma mais efetiva e teste a eficiência das ações. Atuar em todos os canais de maneira superficial e deficiente pode trazer prejuízos para a marca.

Mensure, analise e ajuste

Uma das vantagens do marketing digital é a disponibilidade de mecanismos de avaliação, controle e mensuração de campanhas. Ferramentas como o Google Analytics possibilitam o monitoramento das ações, fornecendo métricas e indicadores de desempenho das campanhas. A partir destes dados é possível definir estratégias de maior sucesso e rentabilidade, assim como identificar novas possibilidade de atuação, testando variações das ações em diferentes escalas ou ainda em públicos segmentados.

 

A seguir detalharemos um plano de marketing em todas suas etapas, este modelo é sugerido por Philip Kotler:


I. Sumário Executivo

Em uma grande empresa todos os projetos devem ser submetidos a aprovação da sua alta administração, logo o sumário executivo consiste em um breve resumo do plano proposto, com as principais metas e recomendações, direcionando à administração da empresa com o propósito de uma rápida avaliação,de modo que haja um conhecimento prévio do objetivo preestabelecido, das metas a serem seguidas e da forma mais viável para uma realização objetiva e acima de tudo satisfatório.

O Sumário Executivo deve conter de forma clara os dados concernentes a situação da empresa, produto e todos os pontos que serão a base de trabalho para o objetivo esperado, tais como: Para cada uma meta de lucro de tal valor, seria necessário uma meta de vendas em relação ao ano anterior e por consequente uma maior participação no mercado respectivo. Sendo que para essa finalidade será preciso determinadas melhorias como preço, propaganda e distribuição; levando em considerção o orçamento de marketing exigido e qual a margem de aumento ou contenção em relação ao plano anterior.


II. Situação Atual de Marketing

A empresa deve determinar não apenas quais necessidades servir mas também as necessidades de quem servir. A maior parte dos mercados é grande demais para que uma empresa possa fornecer todos os produtos e serviços necessários a todos os compradores naquele mercado. Precisa-se de alguma delimitação de recursos, sendo assim, precisa selecionar mercados-alvo.

Os mercados variam no seu grau de heterogeneidade. Em extremo, há mercados compostos de compradores que são muito semelhantes em seus desejos, exigências e reações ás influências de marketing. No outro extremo encontram-se os mercados compostos de compradores que procuram qualidades e/ou quantidades substanciais de produtos diferentes.

Ao querer entrar no mercado a empresa deve tomar algumas decisões, tais como:

  • Determinar aqueles atributos por meio dos quais identificará a possível existência de segmentos de mercados distintos, ou seja, um processo de se identificar grupos de compradores com diferentes desejos ou necessidades de compra;
  • Determinar o tamanho e o valor dos vários segmentos de mercado;
  • Determinar como as marcas existentes estão posicionadas no mercado, que seriam identificados e descritos em termos de tamanho, metas, participação de mercado, qualidade dos seus produtos, suas estratégias de marketing e outas características necessárias para compreender suas intenções e comportamento;
  • Observar os segmentos de mercado que não estão sendo servidos ou que estão servindo inadequadamente pelas marcas existentes, apresentando dados sobre a dimensão e a importância de cada canal de distribuição;

Determinar as características correlatas de segmnetos atraentes, tais como:

Características Geográficas

Busca critérios geográficos, tais como nações, estados, municípios, cidades e outros, reconhecendo os potenciais de mercado e os custos pertinentes a cada região, determinando mercados que poderiam servir melhor.

Características Demográficas

Busca variáveis demográficas tais como idade, o sexo, a renda, a profissão etc.. É uma variável de bases mais populares para se distinguir os agrupamentos mais significativos de mercado, cuja uma das razões seriam as necessidades dos consumidores ou taxas de uso que são geralmente muito associadas com estas variáveis. Outra razão é que são mais fáceis de se medir do que os outros tipos de variáveis.

Caracterísiticas Psicográficas

As variações psicográficas se referem ao indivíduo e seus aspectos tais como seu estilo de vida, personalidade, motivos de compra, conhecimento e utilização do produto, devido aos indivíduos dentro do mesmo grupo exibirem traços amplamente diferentes.

Com isso buscará métodos eficientes de acesso a esses segmentos, de acordo com suas características. Segundo Katler precisamos ainda definir os segmentos atraentes. O mero fato de que um segmento de mercado não está sendo servido ou que está, porém, de maneira pobre, não é suficiente.


III. Análise das Oportunidades

A oportunidade de marketing da empresa é uma área de importante ação mercadológica em que a mesma desfruta de uma vantagem diferencial.

A chave da oportunidade de marketing da empresa repousa sobre a questão de se ela pode fazer mais por esssa oportunidade ambiental que os seus concorrentes. Consideremos as seguintes hipóteses:

1. Toda oportunidade ambiental term alguns requisitos para o sucesso;

2. A empresa tem características especiais, isto é, coisas que pode fazer especialmente bem;

3. A empresa provavelmente se aproveitará de uma vantagem diferencial na área de uma oportunidade ambiental se suas características particulares satisfazerem aos requisitos para o sucesso da oportunidade ambiental de forma mais eficaz que a sua concorrência potencial.

Obs.: oportunidades ambientais - há inúmeras oportunidades ambientais disponíveis em qualquer economia, desde que haja necessidades insatisfeitas. A empresa deve analisar as várias oportunidades que o ambiente oferece, tomando cuidado com as ameaças que podem interferir nos seus projetos, por exemplo:

Oportunidades

  • O mercado mostra interesse em um determinado tipo de produto que a empresa ainda não produz mas tem capacidade para desenvolvimento com qualidade e preço;
  • Existem parceiros no mercado dispostos a lançar e distribuir o produto;
  • Existe um cliente disposto a comprar uma grande quantidade do produto podendo sobra-la em caso de desconto.

Ameaças

  • A concorrência está lançando um produto similar com mesma qualidade e preço mais baixo;
  • Os consumidores estão comprando em lojas a empresa tem pouca participação;
  • A concorrência saiu na frente com forte campanha promocional

Análise de Forças / Fraquesas Aqui a empresa precisa conhecer seus pontos fortes e fracos, exemplos:

Forças

  • A empresa possui uma marca forte e imagem de qualidade
  • Revendedores bem preparados e treinados para vendas
  • Excelente rede de assistência técnica

 

Fraquezas

  • O produto da concorrência tem qualidade ligeiramente superior ao da empresa
  • A concorrência está investindo o dobro em promoções
  • O produto da empresa não está bem situado no mercado como os demais Análise de Assuntos Nesta seção deve-se usar a experiência anterior para definir os principais assuntos tratados no plano.
  • Ela deve ficar no negócio? Pode competir eficientemente? Deve desacelerar ou abandonar esta linha de produtos?
  • Se ficar deve continuar com seus produtos, canais de distribuição, políticas de preço e de promoção atuais?
  • Deve mudar para canais de alto crescimento e ainda manter a lealdade de seus canais atuais?
  • Deve alimentar suas despesas de propaganda e promoção para acompanhar os concorrentes?
  • Deve ivestir em pesquisa e desenvolvimento para criar características, sem estilos avançados?


IV. Objetivos

Os objetivos como planos permanentes significam a razão de ser da empresa e para onde devem convergir todos os esforços. E as metas dentro dos objetivos são os alvos específicos a serem alcançados. Todos os demais planos têm como condição de permissa fundamental o objetivo.

Objetivos vagos ou mal anunciados podem acarretar falas fatais na definição de política, de estruturas e de estratégias. E a avaliação do desempenho da empresa mede-se através da consecução de seus objetivos e propósitos.

O objetivo tem-se tornado instrumento de medição da eficácia da aplicação de recursos humanos, físicos e financeiros na empresa. O objetivo compõe-se de três elementos:

1. O atributo específico escolhido como medida de eficiência. Exemplo: lucro

2. O padrão de escala em que o atributo é medido. Exemplo: lucro bruto

3. A meta é o valor específico na escala que a empresa procura atingir. Exemplo: 40% de lucro bruto Kotler divide os objetivos em dois:

  • Financeiros - que determina objetivos financeiros como taxa de retorno sobre o investimento, volume de receita, fluxo de caixa, lucro líquido;
  • Marketing - os objetivos financeiros devem ser convertidos em objetivos de marketing.

A partir dos objetivos financeiros a empresa vai estabelecer seus objetivos de vendas por unidade do produto, preço por unidade, sua participação no mercado por faturamento e venda por unidade.

Não basta todavia definir objetivos e fixar metas se as políticas da empresa não são convenientes traçadas; pois é através das políticas que se visa a canalizar as decisões para os objetivos.

Assim, se o objetivo é o lucro e a meta é um lucro líquido de, por exemplo, 15%, as políticas de vendas e de preços devem ser formuladas de forma que levem a empresa a tal resultado. Se a empresa não gostar do rumo que a situação está tomando, terá que redefinir seus objetivos. Os objetivos, no contexto de um plano, têm o sentido mais específico de (1) seleção de mercado específica para a ação empresarial e (2) estabelecimento de metas de vendas específicas. Os primeiros podem ser chamados de objetivos de mercado genérico, que tenta relatar a visão que a administração tem da empresa como produtora de certos produtos para uma visão da empresa como instrumento para a satisfação das necessidades de certos mercados e os segundos objetivos são de meta de vendas que deverão ser estabelecidos de maneira realista, em termos de programas plausíveis.

As metas de vendas deverão ser estabelecidas somente após a consideração dos diversos rpgramas possíveis, conjugados com as condições ambientais que deverão predominar no futuro. O programa que parece mais plausível sugerirá então as metas de vendas para o período.


V. Estratégia de Marketing

A estratégia de marketing apresenta a abordagem ampla de marketing que será usada para atingir os objetivos do plano, ela é fundamental no processo. Uma estratégia de marketing pode ser elaborada para o estágio de introdução de um produto novo, no estágio de crescimento, no estágio de maturidade e no estágio de declínio do produto.

Estratégia de marketing no estágio de introdução : Ao lançar um produto novo, a administração de marketing pode estabelecer um nível alto ou baixo para cada variável de marketing, como preço, promoção, distribuição e qualidade do produto. Considerando apenas preço e promoção, a administração da empresa pode seguir uma das quatro estratégias mostradas a seguir:

- A estratégia de desnatamento rápido consiste em lançar o novo produto a um preço alto e com elevado gasto em promoção.
Objetivos: maior lucro unitário possível e acelerada penetração no mercado.

- A estratégia de desnatamento lento consiste em lançar o novo produto a um preço alto e com pouca promoção.

Objetivos: maior lucro possível e baixo custo promocional, aplica-se quando mercado e concorrência são limitados.

- A estratégia de penetração rápida consiste em lançar o novo produto a um preço baixo e com alto gasto em promoção.

Objetivos: acelerada penetração e conquista de maior participação no mercado.

- A estratégia de penetração lenta consiste em lançar o novo produto a preço baixo e com pouca promoção.

Objetivos: maior aceitação no mercado e maior lucro líquido devido aos baixos custos. q Estratégia de marketing no estágio de cresmimento : Nesta fase a empresa utiliza diversas estratégias para sustentar o crescimento rápido do mercado, enquanto possível:

  • Ela melhora a qualidade do produto e acrescenta novas características e estilos. - Acrescenta novos modelos e produtos de flanco.
  • Entra em novos segmentos do mercado.
  • Aumenta a cobertura de mercado e entra em novos canais de distribuição.
  • Muda o apelo de propaganda de conscientização sobre o produto para preferência do produto.
  • Baixa os preços para atrair faixa de compradores sensíveis a preço.

Estratégia de marketing no estágio de maturidade: Neste estágio algumas empresas abandonam seus produtos mais fracos. Preferem concentrar seus recursos nos produtos mais rentáveis e em novos produtos, mas podem estar ignorando o alto potencial que muitos produtos antigos ainda possuem. As empresas devem sistemáticamente considerar as estratégias a seguir :

Modificação de mercado: a empresa deve tentar expandir o mercado para a sua marca madura de três maneiras - Converter usuários em não usuários - Entrar em novos segmentos de mercado - Conquistar os consumidores dos concorrentes O volume pode também ser aumentado convencendo-se os usuários atuais da marca a aumentar sua taxa anual de uso - Uso mais frequente: convencer os consumidores a usarem mais a marca. Ex. Tomar suco de laranja em outros horários além do café da manhã. - Maior uso por ocasião : convencer o usuario a consumir mais o produto em cada ocasião. Ex. O xampú é mais eficaz com duas aplicações por banho. - Usos novos e mais variados : a empresa pode tentar descobrir novos usoso para o produto. Ex. Variadas receitas nas embalagens de alimentos.

Modificação do produto: Os administradores também podem tentar estimular as vendas modificando as características do produto: - Melhoria da qualidade : aumentando o desempenho funcional do produto - durabilidade, confiabilidade, velocidade, sabor, etc. - Melhoria das características : acréscimo de novas características - tamanho, peso, materiais, aditivos, acessóriso, etc. - Melhoria de estilo : aumentando o apelo estético do produto. § Modificação do composto de marketing : - Preço - Distribuição - Propaganda - Promoção e vendas - Venda pessoal - Serviços

Estratégia de marketing no estágio de declínio: Uma empresa enfrenta algumas tarefas e decisões ao lidar com seus produtos antigos. A estratégia de declínio apropriada depende da atividade e da força competitiva da empresa. Se a empresa escolher aproveitar o máximo, isso exige a redução gradual de custos do produto ou negócio e , ao mesmo tempo, a tentativa de manutenção de vendas. Se a empresa decidir abandonar a marca, pode tentar vende-la para uma empresa menor, se não encontrar comprador, deve decidir se liquida a marcarápida ou lentamente. Deve também decidir sobre o nível de estoque de componentes e sobre os serviços a manter aos consumidores. Em uma estratégia de marketing devemos levar em consideração varios fatores a fim de obtermos o máximo de sucesso:

Mercado-alvo: Através da escolha e do estudo do mercado-alvo a empresa definirá qual o perfil e segmentos de clientes a serem atingidos, ele pode ser definido por desejos, poder e atitudes de compra, classe social, sexo, idade, profissão, geografia, religião, etc... ou ainda pela combinaçõa entre os segmentos. Estudando-se o mercado-alvo podemos também distinguir as necessidades dos clientes : - Necessidades declaradas : o consumidor deseja um produto barato - Necessidades reais: o consumidor está interessado em um produto de manutenção barata, não em seu prço inicial. - Necessidades não declaradas : O consumidor espera bons serviços do revendedor. - Necessidades de prazer : O consumidor compra o produto e recebe um brinde ou acessorio. - Necessidades secretas : O consumidor deseja ser visto pelos amigos como alguém de bom senso orientado para o valor do produto.

Posicionamento: A empresa deve desenvolver sua imagem, de modo que o mercado alvo compreenda e aprecie o que ela oferece em relação a seus concorrentes. O posicionamento da empresa deve ser fundamentado no conhecimemnto de como o mercado-alvo define valor e faz escolhas entre as epresas concorrentes. As tarefas de posicionamento consistem em três etapas. - A empresa tem que identificar as possíveis diferenças de produto, serviços, recursos humanos e imagem que podem ser estabelecidos em relação à concorrência. - A empresa tem de aplicar critérios para selecionar as diferenças de seus concorrentes. - A empresa tem que sinalizar eficazmente ao mercado-alvo como ela se difrencia de seus concorrentes.

Produtos: A empresa deve reconher a necessidade e as vantagens do desenvolvimento de produtos e serviços. Seus produtos mais maduros e em declínio devem ser substituidos por produtos mais novos. Entretanto, os novos produtos podem fracassar. Os riscos da inovação podem ser tanto elevados quanto recompensadores. A chave para a inovação bem sucedida reside no desenvolvimento de pesquisas e procedimentos de decisão bem elaborados em cada estágio do processo de desenvolvimento do novo produto. O processo de desenvolvimento de um novo produto consiste em oito estágios: geração de idéias, seleção de idéias, desenvolvimento e teste de conceito, desenvolvimento da estratégia de marketing, análise comercial, desenvolvoimento do produto, teste de mercado e comercialização. O propósito de cada estágio é decidir se a idéia deve ser desenvolvida ou abandonada posteriormente. A empresa deseja minimizar a chance de as idéias fracas seguirem em frente e as boas serem rejeitadas.

Preço: Primeiro a empresa tem que decidir sobre o que ela deseja realizar com um produto específico. Se a empresa selecionou cuidadosamente seu mercado alvo e posicionamento de mercado, sua estratégia de composto de marketing, incluindo preço, estará no caminho certo. Por exemplo, se uma empresa fabricante de veículos de recreação deseja produzir um trailer de luxo para consumidores ricos, isto implica a cobrança de um preço alto. Assim, a estratégia de preço é largamente determinada pela decisão anterior de posicinamento de mercado. Quanto mais claros forem os objetivos de uma empresa, mais fácil ela estabelecerá seus preços.

Distribuição: A empresa deve decidir sobre a melhor maneira de estocar e movimentar seus bens e serviços em seus mercados de destino. A natureza da distribuição envolve planejamento, implementação e controle dos fluxos físicos de materiais e bens finais dos pontos de origem aos pontos de uso, para atender às exigências do consumidor e com o objetivo do lucro. A empresa sabe que a eficácia da distribuição terá grande impacto sobre a satisfação do consumidor e sobre seus custos. A distribuição será eficaz quando a empresa processar os pedidos com agilidade, possuir boa rede de armazenagem, niveis de estoques compatíveis com a demanda e em sintonia com a rede de varejo (lojas, lojas especializadas, magazines) e/ou atacado (grande distribuidores), escolher o meio de transporte adequado e agil aliados ao controle de custos.

Força de vendas: É a equipe responsável pelas vendas da empresa, ela é formada vendedores internos e externos e coordenadas a nível territorial, geográfico, por setor industrial ou por produto. Desenvolve as estrégias de abordagem junto ao marketing e se faz valer das promoçoes de vendas (que veremos abaixo) para atingir seus objetivos.

Serviços: A empresa precisa ter consciência da intangibilidade dos serviços e montar uma estratégia composta de serviços que inclua serviços pré-venda, como orientação técnica e confiabilidade de entrega, bem como de serviços pós vendas, como conserto imediato e treinamento. A empresa tem que decidir entre sobre o composto , qualidade e a fonte de vários serviços de apoio ao produto exigidos pelos consumidores.

Propaganda: A tomada de decisão de propaganda envolve umprocesso de cinco etapas

- Fixação de objetivos : os anunciantes precisam estabeler metas claras e se a propaganda destina-se a informar, persuadir ou lembrar os compradores.

- Decisão de orçamento : pode ser estabelecidocom base na disponibilidade de recursos, porcentagem sobre as vendas, paridade competitiva e em objetivo-tarefa. - Decisão de mensagem: inclui sua geração, avaliação, seleção e sua execução eficaz.

- Decisão de mídia : envolve a definição de cobertura, frequência e as metas de impacto, escolha entre os principais tipos de mídia, seleção de veículos específicos de mídia, e previsão de mídia.

- Avaliação e eficácia do anúncio : inclui a avaliação da comunicação e os efeitos da propaganda sobre as vendas, antes, durante e após sua execução.

- Promoção de vendas : A empresa deve escolher entre as várias ferramentas de incentivo que dispõe, em sua maioria a curto prazo, que visa estimular a compra mais rápida e/ou em maior volume de um produto específico por consumidores ou comerciantes. Enquanto a propaganda oferece uma razão para a compra a promoção de vendas oferecerá um incentivo à compra.

- Promoção ao consumidor : amostra grátis, cupons, descontos, prêmios, brindes, experimentações gratuitas, garantias, demonstrações, concursos, etc.

- Promoção aos intermediários : descontos, condições especiais de compra, concursos, propaganda cooperativa, etc.

- Promoção para a força de vendas : bônus, concursos, competições de vendas, etc.

- Pesquisa e desenvolvimento : As equipes de pesquisa e desenvolvimento devem trabalhar conjuntamente com a equipe de marketing durante os projetos, pois assim a empresa terá a área tecnica e mercadologica lado a lado, o que proporcionará mais qualidade aos produtos em desenvolvimento, pois uma possui o conhecimento técnico do produto e a outra a necessidade do cliente e do mercado esta cooperação pode ser feita de varias maneiras.

- Realizar seminários conjuntos para discussão das metas, e problemas de cada um.

- Atribuir ao projeto à equipes funcionais que incluam profissionais de P&D e de marketing.

- Manter a participação de P&D no periodo de vendas, incluindo seu envolvimento na preparação de mauais técnicos, participando de feiras, conduzindo pesquisas juntos aos consumidores e até mesmo fazendo algumas vendas.

- Envolver a alta administração e adotar procedimentos claros para a solução de conflitos. Em uma empresa, recomenda-se que P&D e marketing se subordinem ao mesmo vice-presidente.

- Pesquisa de marketing :

Envolve a coleta de informações relevantes para a empresa ter conhecimento das necessidades do seu mercado-alvo, satisfação do cliente, posicionamento do seu produto comparado com os da concorrência e obter informações relevantes para um problema específico da empresa, o processo dividi-se em cinco etapas:

  • Definição dos problemas e objetivos da pesquisa
  • Desenvolvimento do plano de pesquisa
  • Coleta de informações
  • Análise das informações
  • Apresentação dos resultados

Uma boa pesquisa de marketing é caracterizada por método científico, criatividade, metodologias multiplas, construção de modelo, mensuração do custo/benefício do valor das informações, cetcismo saudável e marketing ético.


VI. Programas de Ação

A estratégia representa as forças amplas de marketing para atingir os objetivos do negócio. Para cada item da estratégia mostrado no tópico anterior deve ser elaborado um programa de ação respondendo as seguintes perguntas, vamos considerar como exemplo um programa de ação para promoção de vendas :

- O que será feito?

- Descrever detalhadamente quais tarefas e ações serão executadas, por exemplo, promoções junto a revendedores ou consumidores, concursos, stands de vendas em grandes magazines, sorteios, etc.

- Quando será feito?

- Definir datas, ou seja estabeler periodo da promoção, justificar por que a escolha daquele periodo.

- Quem fará?

- Definir os responsáveis pela ação/tarefa, por exemplo, a forças de vendas de uma determinada região que será coordenada pelo gerente regional em conjunto com equipe de marketing e P&D.

- Quanto custará?

- Detalhar os custos previstos com a ação/tarefa e justificativas.

- Qual o resultado projetado?

- Projetar vendas em volume financeiro, unitário por produto, abater custos e projetar o resultado (a seguir).


VII. Demonstração de Resultado Projetado

Em paralelo ao plano de ação é necessário que a empresa constitua um orçamento de apoio, ou seja, uma projeção da receita, do custo total e lucro resultante, que consiste em um confronto entre receita, com vendas e serviços, e despesas, com custo de produção, distribuição e marketing, com a finalidade de um prévio conhecimento do resulktado final, que em outras palavras, é o lucro esperado em harmonia com a satisfação do consumidor final. Uma vez o confronto analizado, a empresa fará os ajustes necessários, de modo que o projeto seja o mais lucrativo possível sem alterar a qualidade inicialmente discriminada. Após a aprovação da alta adminitração, o orçamento será a base para desenvolver planos e programações para compra de materiais, produção, recrutamento de funcionários e operações de marketing. É de suma importância que os dados usados na projeção sejam em fiel valor de mercado, de modo que o orçamento projetado esteja compatível com a realidade e dessa forma obtenha-se o resultado final satisfatório e anteriormente definido.


VIII. Controle de Marketing

A última seção do plano delineia os controles para monitorar o desenvolvimento do plano. O acompanhamento é feito periódicamente (pode ser mês a mês, a cada trimestre...), assim a empresa pode analisar o andamento do projeto, monitorando os fatos positivos e negativos e fazendo ajustes no percurso quando necessário. É importante existirem planos de contingência prontos para servirem como antidotos em acontecimentos imprevistos como greves, guerra de preços, lançamentos de novos produtos pela concorrência, assim a empresa e sua equipe estaráo prontos para enfrentar possíveis dificuldades.

O controle de marketing é a sequência natural do planejamnto de marketing. A empresa precisa exercer pelo menos três tipos de controle: q Controle estratégico é tentado, por meio de um instrumento conhecido como auditoria de marketing, que é um exame periódico, abrangente, sistemático e independente do ambiente de marketing da empresa, do sistema interno e das atividades específicas de marketing.

O propósito da auditoria é determinar as áreas de problemas de marketing e recomendar um plano de ação corretiva para aprimorar a eficácia global do marketing da empresa. q Controle do plano anual é a tarefa de administrar os esforços e resultados atuais de marketing, a fim de certificar que as vendas anuais e os objetivos de lucros serão alcançados. Os instrumentos principais são a análise de vendas, as análises de participação no mercado, as proporções de despesas em relação as vendas, outras proporções e determinação de atitudes.

- Controle de lucratividade é atarefa de determinar a lucratividade real das diferentes entidades de marketing, tais como o produto da emprea, as zonas, os segmentos de mercado e os canais de comercilização. O instrumento principal é a análise dos custos de marketing.

Responsabilidades

- Controle Estratégico - Responsabilidade principal - Alta adminsitração - Propósito do controle - Examinar se a empresa está procurando suas melhores oportunidades em relação a mercados, produtos e canais. - Instrumento - Auditoria de marketing - Controle de plano anual - Responsabilidade principal - Alta administração, média administração - Propósito do controle - Examinar se os resultados planejados estão sendo alcançados - Instrumentos - Análise de vendas; Análise de participação no mercado; Proporção de vendas sobre as despesas; Determinação de atitudes. - Controle de lucratividade - Responsabilidade principal - Controller de Marketing - Propósito de controle - Examinar onde a empresa está ganhando e perdendo dinheiro - Instrumentos - Lucratividade por: produto, zona, segmentos de mercado, canais de comercialização, tamanho de pedido

O Conceito de Controller de Marketing Algumas empresas estão começando a pensar nas possíveis vantagens de se criar a posição do controller de marketing, com um ocupante que compreenda o pensamento de marketing e que, no entanto, consiga fazer que uma análise financeira profunda incida sobre a lucratividade de ações esperadas e passadas de marketing.

Um levantamento realizado Goodeman mostrou que: Empresas grandes e sofisticadas, instituiram posições de controle financeiro que, diretamente, supervisioinam a propaganda, e, em alguns casos selecionados, as políticas de marchandising. As principais funções desses indivíduos são verificar as faturas de propaganda, assegurar a otimização de taxas de agluciamento, negociar contratos de agências e desempenhar funções de auditorias, em relação à agência do cliente e algumas de fornecedores. Baseando nas discussões de suas idéias com os vários executivos, Goodman destaca os deveres primordiais para o controller de marketing, tais como: - Manter um registro de adesão a planos de lucro; - Manter um controle perfeito das despesas de mídia; - Preparar orçamentos dos gerentes de marca; - Avisar sobre o planejamento de tempo ótmico das extratégias; - Medir a eficácia das propagandas; - Analisar os custos de produção de mídia; - Avaliar a licratividade geográfica do cliente; - Apresentar relatórios financeiros orientados para as vendas; - Assistir os clientes diretos na otimização das políticas de compra e estoque; - Educar a marca de marketing quanto a implicações financeiras das decisões.

O conceito de controller de marketing é interessante, especialmente em organizações em que o marketing ainda é praticado mais em sentido de vendas de que de lucros. À medida que futuros gerentes de marketing aparecem em cena, e com maior treinamento em conceitos financeiros, pode-se esperar que farão mais esse tipo de trabalho, com a possível assistência de especialistas financeiros do Staff de marketing, a fim de ajudá-los na coleta e análise de dados.

Vimos todos os passos que devem ser tomados para se elaborar um plano de marketing, este plano envolve todas as áreas da organização e é preciso que todas estejam em sintonia com os objetivos da empresas e com as necessidades do mercado-alvo. Além desta sintonia as empresas precisam estar atentas à velocidade das mudanças pelas quais o mundo está passando, elas serão cada vez mais velozes, os hábitos, necessidades e desejos dos mercados-alvo mudam conforme a evolução dos produtos e serviços e são cada vez mais exigentes.

 

arrow-listMarketing em um Mundo em Mutação

 

ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING 

Administração de MARKETING é definida como a análise, planejamento, implementação e controle dos programas destinados a criar, desenvolver e manter trocas de benefício com os compradores-alvo a fim de atingir objetivos organizacionais. Envolve:

- Administração da Demanda: ou seja lidar com os variados tipos de demanda pois esta pode ser irregular em excesso, adequada ou inexistente.

- Relacionamentos com os clientes: consiste em atrair novos clientes, fazer transações com eles, mantê-los e desenvolver com eles relacionamentos duradouros.

 
FILOSOFIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING 

Há cinco conceitos alternativos, de acordo com os quais as organizações conduzem suas atividades de MARKETING.   

- CONCEITO DE PRODUÇÃO: Sustenta que os consumidores preferem os produtos acessíveis e baratos.   A administração deveria portanto;, concentrar-se em melhorar a produção e a eficiência da distribuição. 

- CONCEITO DE PRODUTO: Sustenta que os consumidores preferem os produtos de melhor qualidade, desempenho e  aspectos inovadores.   Portanto as organizações deveriam esforçar-se para aprimorar seus produtos permanentemente.  

- CONCEITO DE VENDA: Sustenta que os consumidores só compram bastante produtos de uma empresa quando ela despende um grande esforço em vender a produção.  

- CONCEITO DE MARKETING: Sustenta que para atingir as metas organizacionais é preciso determinar as necessidades e desejos dos mercados-alvo e proporcionar a satisfação desejada de forma mais eficiente que seus concorrentes.  

- CONCEITO DE MARKETING SOCIETÁRIO: Sustenta que a organização deve determinar as necessidades, desejos e interesses do mercado-alvo, e então proporcionar aos clientes um valor superior de forma a manter ou melhorar o bem-estar de cliente e da sociedade.

 
DESAFIO DO MARKETING NESTE NOVO SÉCULO 

CRESCIMENTO DO MARKETING SEM FINS LUCRATIVOS 

Antigamente o MARKETING era aplicado em sua maior parte no setor de negócios.   Porém nos anos recentes tornou-se também um grande componente das estratégias de muitas organizações sem fins lucrativos como faculdades, hospitais, museus, orquestras sinfônicas e até mesmo igrejas.

Hoje o crescimento contínuo do MARKETING de setor público e sem fins lucrativos apresenta desafios novos e excitantes aos gerentes de MARKETING.

GLOBALIZAÇÃO RÁPIDA 

A economia mundial atravessou mudanças radicais nas últimas duas décadas. As distâncias geográficas e culturais encolheram com o advento dos aviões a jato, máquinas de fax, acoplamento de computador e telefone, transmissões mundiais de televisão por satélite e outras técnicas avançadas. Isso permitiu que as companhias expandissem enormemente sua área de atuação, compra e fabricação e o resultado foi um ambiente de MARKETING mais complexo, tanto para as empresas quanto para os consumidores.

A ECONOMIA MUNDIAL EM MUTAÇÃO 

Grande parte do mundo empobreceu nas últimas décadas. Uma economia mundial lenta  resultou em tempos mais difíceis para os consumidores e os profissionais de MARKETING. As necessidades das pessoas são cada vez maiores em todo o mundo,  mas em muitas áreas não há dinheiro para a aquisição dos bens desejados.

Estas condições da economia atual criou tantos problemas quanto oportunidades para os profissionais de MARKETING.

EXIGÊNCIA DE MAIS ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL 

Um terceiro fator no ambiente do MARKETING de hoje é a maior exigência para que as empresas se responsabilizem pelo impacto social e ambiental de suas atividades. A ética e os movimentos pelo meio ambiente irão exigir ainda mais das empresas no futuro.

A NOVA PAISAGEM DO MARKETING 

A  década passada deu uma lição de humanidade às empresas comerciais do mundo inteiro. As empresas domésticas aprenderam que não podem mais ignorar os mercados globais e os concorrentes. As empresas bem sucedidas de setores maduros aprenderam que não podem ignorar os mercados, as tecnologia e as abordagens emergentes de administração. As companhias de todo tipo aprenderam que não podem permanecer fechadas em si mesmas, ignorando as necessidades dos consumidores e do meio ambiente.


PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E O PROCESSO DE MARKETING 

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO    

Enquanto os planos anuais e de longo prazo tratam dos negócios atuais e de sua manutenção, o plano estratégico serve para adaptar a empresa a fim de que ela explore as oportunidades do ambiente em mudança constante. Definimos planejamento estratégico como o processo de desenvolvimento e manutenção de uma referência estratégica entre os objetivos e capacidades da empresa e as mudanças de suas oportunidades no mercado.

O planejamento estratégico é a base do planejamento de uma empresa e depende dos seguintes aspectos: missão clara, definição de objetivos, portfolio de negócios e coordenação de estratégias funcionais, onde: missão é uma definição do propósito de uma organização, o que ela deseja atingir em um ambiente maior, a missão da empresa deve ser traduzida em objetivos detalhados para que cada nível de administração. Cada administrador deve Ter objetivos e ser responsável por alcançá-los.

As estratégias de MARKETING devem ser desenvolvidas para apoiar esses objetivos de MARKETING.   Portanto a missão da empresa é traduzida em uma série de objetivos para o período corrente, que devem ser o mais específicos possível. 

Portfolio de negócios é o conjunto de negócios e produtos que constituem a empresa. Muitas empresas têm diversos negócios, mas em geral não os definem com cuidado. A principal atividade do planejamento estratégico é a análise do portfolio de negócios, pela qual a administração avalia os negócios que constituem a empresa. A empresa deverá investir um maior volume de recursos em seus negócios mais lucrativos e reduzir seus investimentos ou  abandonar os negócios mais fracos. Além de avaliar os negócios atuais, projetar o PORTFOLIO de negócios implica tentar encontrar negócios e produtos que a empresa deve levar em consideração no futuro.

O plano estratégico estabelece os tipos de negócios com os quais a empresa vai lidar, depois cada unidade de negócio deve fazer um planejamento mais detalhado.

O PROCESSO DE MARKETING 

O processo de MARKETING consiste em analisar as oportunidades de MARKETING, selecionar os consumidores-alvo, desenvolver o MIX de MARKETING e administrar os esforços de MARKETING.

Os consumidores-alvo são aqueles que a empresa realmente vai atender. A empresa identifica o mercado total, divide-o em menores segmentos, seleciona os mais promissores e concentra-se em servir e satisfazer  esses segmentos. Planeja um MIX de MARKETING constituído de fatores  sob seu controle.   Produto, preço, praça e promoção.   Para encontrar o melhor MIX de MARKETING e colocá-lo em ação, a empresa passa às atividades de análise, planejamento e implementação, a fim de observar e adaptar-se ao ambiente do MARKETING.

ADMINISTRAÇÃO DO ESFORÇO DE MARKETING 

A empresa deve criar o pôr em prática o MIX de MARKETING que melhor atenda os seus objetivos nos seus mercados-alvo. Isso envolve quatro funções de administração de MARKETING: análise, planejamento, implementação e controle.

Através da implementação, a empresa transforma os planos estratégicos em ações que irão atingir seus objetivos estratégicos.

ANÁLISE MERCADOLÓGICA

Administrar a função de MARKETING começa com uma análise completa da situação da empresa. A empresa deve analisar seus mercados e ambientes de MARKETING a fim de descobrir oportunidades atraentes e evitar ameaças ambientais. Deve analisar suas forças e fraquezas e também as ações de mercados atuais e potenciais, para determinar que oportunidades devem ser perseguidas. A análise do MARKETING fornece informações e outros subsídios às outras funções de administração de MARKETING.

PLANEJAMENTO DE MARKETING 

O planejamento de MARKETING implica decidir que estratégias de MARKETING devem ser usadas para a empresa atingir seus objetivos estratégicos gerais.

IMPLEMENTAÇÃO MERCADOLÓGICA 

É o processo que transforma as estratégias e os planos de MARKETING em ações de MARKETING para que os objetivos estratégicos sejam atingidos. Envolve as atividades diárias e mensais que efetivamente põem o plano de Marketing em funcionamento. 

CONTROLE MERCADOLÓGICO 

O controle mercadológico implica avaliar os resultados das estratégias e dos planos de MARKETING e desenvolver uma ação corretiva para assegurar que os objetivos sejam alcançados.


O AMBIENTE DE MARKETING 

O MICRO AMBIENTE DA EMPRESA   

A tarefa da administração de Marketing é atrair clientes e relacionar-se com eles, oferecendo-lhes valor e satisfação. Mas essa tarefa não pode ser realizada apenas pelos gerentes de Marketing. O sucesso deles depende de outros agentes do micro ambiente da empresa: 

- A EMPRESA: ao fazer planos de Marketing a gerência de Marketing deve lembrar-se de trabalhar em conjunto com os outros departamentos, tais como: a alta administração, os departamentos de finanças, pesquisa e desenvolvimento, compras, produção e contabilidade. 

- OS FORNECEDORES: são um elo importante no sistema geral da empresa de oferta de valor ao consumidor. Eles provêem os recursos necessários para a empresa produzir seus bens e serviço e podem afetar seriamente o Marketing. 

- OS INTERMEDIÁRIOS: estes ajudam a companhia a promover, vender e distribuir seus bens aos compradores finais. Incluem revendedores, firmas de distribuição física, agencias de serviços de Marketing e intermediários financeiros. 

- OS CLIENTES: a empresa deve estudar seus clientes de perto. Há cinco tipos de mercados clientes: mercados consumidores, mercados industriais, mercados revendedores, mercados governamentais e mercados internacionais. Cada tipo de mercado possui características especiais que requer um cuidadoso estudo por parte do vendedor. 

- OS CONCORRENTES: segundo o conceito de marketing, para ser bem sucedida a empresa deve satisfazer as necessidades e os desejos de seus clientes melhor que seus concorrentes. Portanto, os profissionais de Marketing não devem apenas visar às necessidades dos consumidores-alvo; devem também alcançar vantagens estratégicas, posicionando suas ofertas contra as de seus concorrentes na cabeça dos consumidores. 

- OS PÚBLICOS: público é qualquer grupo que tenha interesse real ou potencial ou que cause impacto na capacidade da empresa de atingir seus objetivos. A empresa pode preparar planos de marketing para seus públicos principais e também para seus mercados clientes.


O MACRO AMBIENTE DA EMPRESA 

A empresa opera em um macro ambiente maior de forças, que configuram oportunidades e impõem ameaças para a empresa. São seis as forças principais do macro ambiente de uma empresa:  

- AMBIENTE DEMOGRÁFICO: o ambiente demográfico é de grande interesse para os profissionais de Marketing porque envolvem pessoas as quais constituem os mercados.  

- AMBIENTE ECONÔMICO: os mercados dependem tanto do poder de compra como os consumidores. O ambiente econômico consistem em fatores que afetam o poder de compra e os padrões de dispêndio do consumidor.  

- AMBIENTE NATURAL: o ambiente natural incluem os recursos naturais que os profissionais de Marketing usam como insumos ou que são afetados pelas atividades de Marketing. As preocupações ambientais cresceram muito nas ultimas duas décadas. Alguns analistas de tendências rotularam os anos 90 como a "DECADA DA TERRA" e declararam que o ambiente natural é o assunto mundial de maior importância tanto para as empresas como para o público.

- AMBIENTE TECNOLÓGICO: o ambiente tecnológico é talvez a força mais significativa que atualmente molda nosso destino. Novas tecnologias para a fabricação de produtos são desenvolvidas, o que gera grandes oportunidades de mercado.  

- AMBIENTE POLÍTICO: as decisões de Marketing são seriamente afetadas pelo desenvolvimento do ambiente político. O ambiente político é constituído de leis agências governamentais e grupos de pressão que influenciam e limitam as várias organizações e indivíduos em uma dada sociedade.  

- AMBIENTE CULTURAL: é constituído de instituições e outras forças que afetam os valores básicos, as percepções, as preferências, e os comportamentos da sociedade. Nós crescemos em uma sociedade específica que molda nossas crenças e valores básico, e absorvemos uma visão de mundo que define nossos relacionamentos com os outros.

RESPONDENDO AO AMBIENTE DO MARKETING 

A administração de Marketing nem sempre pode afetar as forças ambientais; em muitos casos, deve simplesmente observar e reagir ao ambiente. No entanto, sempre que possível, os profissionais de Marketing inteligentes devem adotar uma postura pró-ativa, e não uma postura reativa.

Por: Adriana Vasconcelos

 

 

arrow-listMarketing para o Século XXI

1. Introdução

O autor diz que quando se deparou pela primeira vez com o marketing, no início da década de 60, os livros sobre o assunto eram basicamente descritivos. Havia três abordagens simultâneas. A abordagem de commodity descrevia as características de diferentesprodutos e o comportamento do comprador em relação a eles. A abordagem inconstitucional descrevia como funcionavam as várias organizações de marketing, tais como atacadistas e varejistas. A abordagem funcionaldescrevia como as diversas atividades de marketing, (propaganda, força de vendas, definição de preços) atuavam no mercado. O autor então resolveu abordar o marketing gerencial que tinha como objetivo ajudar os gerentes de marketing a solucionar os problemas em frente as mais difíceis situações.

A principal abordagem do livro é expandir o domínio do marketing, que o autor diz não ter sido nada fácil. Atraiu várias críticas das pessoas que preferiam o marketing que limitasse a imaginar como vender mais as coisas.

Ajudar as empresas a perceber a importância de mudar o foco de sua organização de produto para mercado e clientes é uma das principais contribuições do marketing moderno.

Muitos anos se passaram antes que um número considerável de empresas deixasse e pensar "de dentro para fora" para fazê-lo de "fora para dentro". Mesmo hoje, muitas empresas ainda operam com o foco na venda de produtos, em vez de no atendimento de necessidades.

Muita coisa mudou em nossa maneira de ver o marketing de serviços e o marketing de negócios, e o impacto maior ainda está por vir, à medida que as forças da tecnologia e da globalização se aceleram. Os computadores e a Internet provocarão mudanças comportamentais extremamente profundas na compra e na venda. 


2. Marketing Estratégico

À medida que o mundo gira em direção ao próximo milênio, tanto as pessoas quanto as empresas ficam imaginando o que os espera. A preocupação não é só o falto de haver mudanças, mas sim a velocidade acelerada dessas mudanças.

Nem sempre as empresas percebem que seus mercados estão sempre mudando.

A estratégia utilizada no ano anterior que foi completamente vitoriosa pode ser hoje, o caminho mais certo para o fracasso. À medida que o ritmo de mudanças se acelera, as empresas não podem mais confiar em suas antigas práticas de negócios para manter a prosperidade. Há dois tipos de empresas: aquelas que mudam e aquelas que desaparecem.

O atual panorama está sendo moldado por duas forças poderosas: tecnologia e globalização.

Vamos citar algumas práticas de mercado consideradas vitoriosas e famosas:

Vencer pela qualidade superior: Todo mundo concorda que a qualidade sofrível é ruim para os negócios. Os clientes que se zangam com a má qualidade e não voltam, e ainda falam mal da empresa. Mas e quando é vencer pele boa qualidade? Há quatro problemas aqui. Primeiro, qualidade tem muitos significados. Clientes diferentes dão importâncias a coisas diferentes e, portanto, uma garantia de qualidade sem definições adicionais não significa muito. Segundo, as pessoas normalmente não conseguem perceber a qualidade do produto simplesmente olhando para ele. Terceiro, a maioria das empresas, na maioria dos mercados, está se igualando em qualidade. Quarto, algumas empresas são conhecidas por terem a mais alta qualidade.

Vencer pelo melhor atendimento: Todos nós queremos bom atendimento. Mas os clientes o definem e diferentes formas. Todo o atendimento se desdobra em uma lista de atributos: velocidade, cordialidade, conhecimento, solução de problemas e assim por diante. Cada pessoa atribui diferentes pesos a esses atributos de atendimento em diferentes momentos e contextos.

Vencer devido aos preços mais baixos: A estratégia de baixo preço funcionou para várias empresas. Contudo, as líderes em preços baixos têm que tomar cuidado. Uma concorrente pode entrar no mercado com um preço mais baixo. Uma certa medida de qualidade e atendimento também deve se fazer presente para que os clientes sintam que estão comparando com base no valor, e não apenas no preço.

Vencer devido a uma alta participação no mercado: As empresas líderes em participação no mercado ganham mais dinheiro do que suas concorrentes mais fracas. Elas desfrutam de economias de escala e maior reconhecimento de marca. Há um "carro chefe", e os clientes que estão comprando pela primeira vez o tipo de produto que oferecem sentem-se mais confiantes comprando delas. Mas muitas das grandes líderes de vendas no mercado não são tão lucrativas.

Vencer devido à adaptação e à customização: Muitos compradores desejam que os fornecedores modifiquem seus produtos ou serviços para incorporar aspectos especiais de que necessitam. Essas necessidades podem representar uma oportunidade para o vendedor. Entretanto, para muitos fornecedores, o custo de adaptar sua oferta a cada cliente pode ser muito alto. A customização em massa tem funcionado para algumas empresas, porém para outras podem considerá-la uma estratégia não lucrativa.

Vencer mediante melhorias contínuas nos produtos: Melhorias contínuas nos produtos é uma estratégia sólida, especialmente se a empresa puder ser a líder nesse item. Mas nem todas as melhorias são valorizadas. Alguns produtos atingem seu limite de melhorias possíveis e o aperfeiçoamento seguinte acaba não fazendo muita diferença.

Vencer devido à inovação no produto: Uma exortação freqüente é a de "inovar ou evaporar". É verdade que algumas empresas altamente inovadoras, como Sony e a 3M, conseguiram lucros com os lucros substanciais com o lançamento de novidades fantásticas, mas a empresa média não mostrou grandes resultados com o lançamento de novos produtos. O dilema de uma empresa é que, se ela não lançar novos produtos, provavelmente "evaporará"; se os lançar, poderá perder muito dinheiro.

Vencer por entrar em mercados de alto crescimento: Mercados com altas taxas de crescimento, como os de aplicações de semicondutores, biotecnologia, robótica e telecomunicações, são atraentes. Um problema adicional é que os produtos se tornam obsoletos com demasiada rapidez nesses setores de alto crescimento, e as empresas têm que investir constantemente para se manterem atualizadas. Elas mal começam a ter lucro com o último produto e já está na hora de investir no desenvolvimento de seu substituto.

Vencer superando as expectativas do cliente: Um dos clichês mais populares em marketing, hoje, é dizer que uma empresa vitoriosa é aquela que está sempre superando a expectativa dos clientes. Atender às expectativas do cliente irá apenas satisfazer os clientes; excedê-las irá encantá-los. Clientes maravilhados com um fornecedor têm muito mais probabilidade de continuar clientes. O problema é que quando as expectativas de um cliente são superadas, ele as eleva da próxima vez. No final, a empresa acaba tendo que se conformar em simplesmente atender às expectativas mais recentes. Cada empresa deve definir quais desses muitos desejos de seus clientes ela pode atender.

É óbvio que não existe um único caminho de marketing para o enriquecimento. Não basta fazer a maioria das coisas um pouco melhor que seus concorrentes. Ser operacionalmente excelente não é o mesmo que ter uma estratégia robusta. A excelência operacional pode ajudar a empresa a vencer por certo tempo, mas outras empresas irão logo alcançá-la ou superá-la.

Mas essas estratégias novas e bem-sucedidas não são copiadas com rapidez, acabando por se tornarem comuns? Sim, os imitadores vêm em seguida. Entretanto, uma coisa é copiar alguns de uma nova estratégia e outra bem diferente é copiar todos os aspectos da arquitetura estratégica.

As grandes estratégias consistem em uma configuração singular de muitas atividades de reforço que dificultam a imitação pura e simples.

O autor mostra na sua concepção alguns pontos para o Marketing no ano de 2005, entre eles são:

A intermediação de atacadistas e varejistas sofreu uma redução considerável, devido ao comércio eletrônico. Virtualmente todos os produtos estão agora disponíveis sem que seja necessário ir à loja! O cliente pode acessar as imagens de qualquer produto na Internet, ler as especificações, pesquisar o melhor preço e as melhores condições entre os fornecedores on-line, dar um clique no pedido e fazer o pagamento via Internet.

Desapareceram os onerosos catálogos impressos. Comentário: A primeira parte deste tópico está correta, a maior parte dos produtos está disponível na Internet, mas achamos que os catálogos serão difíceis de desaparecerem, pois ainda não será toda a população em 2005 que terá acesso a Internet.

Os lojistas de varejo viram o fluxo de clientes diminuir muito em seus estabelecimentos. Como resposta, mais varejistas empreendedores estão instalando cinemas e outras formas de lazer em seus estabelecimentos comerciais. Muitas livrarias, minimercados, supermercados e lojas de roupas agora incluem uma lanchonete e abrem espaço para pequenos shows e palestras. Essencialmente, essas lojas estão oferecendo uma "experiência", em vez de uma variedade de produtos. Comentário: Podemos ver neste tópico, os espaços de café-cultura (cafeteria, livraria em um único estabelecimento), que já estão aí ao nosso redor.

A maioria das empresas agora terceiriza mais de 60 por cento de suas atividades e necessidades. Algumas terceirizam cem por cento, tornando-se empresas virtuais com patrimônio muito reduzido e, portanto, com índices de retorno extraordinários. Comentário: Isso também já está sendo vivido nos dias de hoje e cada vez mais irá se expandir.

A propaganda na TV diminuiu sensivelmente devido à existência de 500 canais diferentes. Os jornais e revistas impressos também diminuíram em número.  Por outro lado, os profissionais de marketing podem agora alcançar com mais eficácia seus mercados-alvo, anunciando em revistas e grupos de discussão especializados. Comentário: Os jornais e as propagandas, achamos que nunca irá diminuir significantemente por causa dos recursos das pessoas. Agora que lançou-se revistas especializadas em cada segmento e cada vez mais isso irá aumentar.

Há um alto grau de equívoco a respeito do que é o marketing e do que ele pode fazer por uma empresa.

Muitos dirigentes ficam chocados porque suas empresas apresentam alto índice de fracasso em novos produtos, custos crescentes de propaganda e vendas. Geralmente apontam suas equipes de marketing e vendas como as únicas culpadas.

A visão de que marketing e vendas são a mesma coisa é o tipo mais comum de equívoco, por parte não apenas do público em geral, mas também de muita gente ligada à administração. É claro que vender faz parte do marketing, mas o marketing abrange muito mais que vendas. Quando o marketing é bem sucedido, as pessoas gostam do novo produto, a novidade corre de boca em boca e pouco esforço de venda se faz necessário.

Marketing não pode ser o mesmo que vender porque começa muito antes de a empresa ter o produto. A venda ocorre somente depois que um produto é fabricado. O marketing continua por toda a vida do produto, tentando encontrar novos clientes, melhorar o poder de atração e o desempenho do produto, tirar lições dos resultados das vendas do produto e gerenciar as vendas repetidas aos mesmos clientes.

Os profissionais de marketing criticam seus gerentes por não considerarem as despesas com marketing um investimento, mas sim um custo, por enfatizarem resultados de curto prazo em detrimento dos de longo prazo e ainda por serem muito avessos a risco.

Outra visão limitada é aquela que considera o marketing, em essência, apenas um dos departamentos da empresa. É verdade que as empresas possuem departamentos de marketing, onde se concentram grande parte das idéias e dos esforços de marketing. Entretanto, se as atitudes e o trabalho de marketing se localizassem apenas nesse departamento, a empresa acabaria muito mal.

Empresas avançadas buscam fazer com que todos os seus departamentos sejam orientados para o cliente, ou mesmo que funcionem em função deste.

Os profissionais de marketing têm sua própria maneira de pensar, assim como os advogados, os contadores, os banqueiros, os engenheiros e os cientistas. Para os profissionais de marketing, os processos de administração de marketing consistem em cinco passos básicos que podem ser representados como: Pesquisa de Mercado; Segmentação, definição de público-alvo e posicionamento – marketing estratégico; Mix de marketing – marketing tático; Implementação e Controle.

Pesquisa de Mercado: É o ponto inicial para o marketing. Sem ela, uma empresa entra em um mercado às cegas. O bom marketing envolve pesquisa cuidadosa sobre a oportunidade no mercado e a preparação de estimativas financeiras baseadas na estratégia proposta que indiquem se os retornos atenderiam os objetivos financeiros da empresa. A pesquisa levará a empresa a reconhecer que os compradores em qualquer mercado normalmente diferem em suas necessidades, percepções e preferências.

Segmentação, definição de público-alvo e posicionamento – Marketing Estratégico: A empresa de posicionar seus produtos/serviços de modo que os clientes-alvo fiquem cientes dos benefícios inerentes a eles. Por exemplo, a Volvo posicionou seu automóvel como o carro mais seguro do mundo e reforça esse posicionamento com o projeto, os testes, a propagandas e assim por diante. Posicionamento é o esforço de implantar os benefícios-chave e a diferenciação nas mentes dos clientes. Além dos benefícios-chave, os vendedores apresentarão aos compradores potenciais razões pelas quais eles deveriam dar preferência à sua marca. O posicionamento total da marca denomina-se proposta de valor.

Mix de marketing – marketing tático: Os profissionais de marketing da empresa devem então prosseguir para o estágio de marketing tático, para estabelecer as ferramentas do mix de marketing. As ferramentas são conhecidas como os quatro Ps:

  • Produto: A oferta ao mercado em si, especialmente um produto tangível, sua embalagem e um conjunto de serviços que o comprador irá adquirir com a compra.
  • Preço: O preço do produto, junto com outros encargos como entrega, garantia etc.
  • Praça: As atividades que tornam o produto prontamente disponível e acessível no mercado-alvo.
  • Promoção: As atividades de comunicação, como propaganda, promoção, mala direta e publicidade, para informar o mercado-alvo, persuadi-lo ou lembrá-lo da disponibilidade e dos benefícios do produto.

Implementação: A empresa, após realizar o planejamento estratégico e tático, deve gerar o produto designado, definir seu preço, distribuí-lo e promovê-lo. Esse estágio é chamado de implementação. Todos os departamentos da empresa entram em ação. Nesse estágio podem ocorrer todos os tipos de problemas de implementação. A área de pesquisa e desenvolvimento pode não achar fácil criar o produto exigido. Os problemas de implementação freqüentemente ocorrem no âmbito de marketing e vendas. Dentre essas falhas estão: deixar de fazer a "pré-venda" das qualidades do produto e de seu preço á força de vendas, concepção inadequada da propaganda, deixar de prestar o atendimento prometido e assim por diante. A implementação do marketing requer relacionamentos ainda mais profundos.

Controle: A etapa final no processo de marketing é o controle. Empresas de sucesso são empresas que aprendem. Elas obtêm feedback do mercado, fazem auditorias, avaliam os resultados e efetuam correções destinadas à melhoria do desempenho. Uma empresa que não esteja alcançando suas metas pode descobrir que a falha está em um dos quatro Os do mix de marketing, ou até mesmo em uma etapa mais fundamental como segmentação, definição de público-alvo e posicionamento. Um marketing de qualidade funciona segundo o princípio cibernético de pilotar um barco monitorado constantemente sua posição em relação ao destino.


3. Marketing Tático

Os tipos de informações que as empresas necessitam para tomar decisões de Marketing são:

Do Macroambiente:

  • Tendências demográficas.
  • Tendências econômicas.
  • Tendências de estilo de vida.
  • Tendências tecnológicas
  • Tendências políticas/ de regulamentação.

Do ambiente de marketing:

  • Informações dos consumidores.
  • Informações de colaboradores.
  • Informações de concorrentes.

Do ambiente da empresa:

  1. Vendas e participação de mercado.
  2. Pedidos de compras e renovação de pedidos.
  3. Custos da empresa.
  4. Lucratividade por cliente, por produto, por segmento, por canal, por tamanho de pedido e por área geográfica.
  5. Outras informações.

As maneiras de reunir tais informações é através do modelo de informações resultante deve ser um cruzamento entre o que os gerentes necessitam e o que é economicamente viável.

Perguntas para orientar as necessidades de coleta de informações gerenciais:

  1. Que tipos de informações você obtém com regularidade?
  2. Que tipos de estudos especiais você solicita periodicamente?
  3. Que tipo de informações você gostaria de obter, mas às quais não tem acesso agora?
  4. Que informações gostariam de ter diariamente? Semanalmente? Mensalmente? Anualmente?
  5. Quais seriam as quatro melhorias mais úteis no sistema de informações de Marketing da empresa?

A estrutura dos 4ps requer que os profissionais de marketing decidam sobre o produto e suas características, definam o preço, decidam sobre como distribuir o produto e selecionem métodos para promovê-los.

• Produto: A base de qualquer negócio é um produto ou serviço. Uma empresa tem por objetivo oferecer algo de maneira diferente e melhor, para que o mercado alvo venha a preferi-lo.

• Preço: O preço difere dos três outros elementos, no sentido que gear receita, os demais geram custo.Com isso as empresas elevam seus preços até onde o nível de diferenciação permite.As empresas tentam estimar o impacto sobre os lucros de um preço mais alto.

• Praça (ou distribuição): Cada fornecedor deve decidir como tornar suas mercadorias disponíveis ao mercado-alvo. Em um mesmo setor encontramos, ambas as modalidades de distribuição.

• Promoção: Promoção cobre todas aquelas ferramentas de comunicação que fazem chegar uma mensagem ao público–alvo. Essas ferramentas se enquadram em cinco categorias bem amplas:

  • Propaganda
  • Promoção de vendas
  • Relações públicas
  • Força de vendas
  • Marketing direto

A localização de clientes potenciais só será um problema se eles forem escassos. Isso não acontece quando existe falta de produtos ou serviço no mercado. Existe escassez de clientes e não de produtos. As empresas são capazes de encontrar clientes potenciais qualificados a um custo mais baixo. Ao indicá-los aos seus vendedores, elas deixam-lhes mais tempo para vender.

Os vendedores são aconselhados a falar menos e ouvir mais, acabou a era do vendedor sagaz e em seu lugar vem àquele que faz perguntas relevantes, sabe ouvir e aprender.

Fazer perguntas sobre a situação: (Sondam fatos e investigam sobre a situação do cliente.).

Perguntas sobre problemas: (Lidam com problemas, dificuldades e insatisfações pelos quais o comprador esteja passando.).

Perguntas sobre necessidades: (Revelam o valor e a utilidade das soluções propostas).

Empresas hoje em dia, não se vêem como vendedoras de produtos, mas como criadoras de clientes lucrativos. Não querem apenas gera uma carteira de clientes, mas serem "donas desses clientes" para sempre. Na verdade, ele quer manter suas opções em aberto. Contudo, o profissional de marketing quer possuir o cliente e torná-lo fiel. Para aumentar sua participação nos negócios do cliente, ele não quer ser o único fornecedor de um determinado produto, mas também fornecer tudo que puder dentre o que o cliente consome.


4. Marketing Administrativo

Plano de Marketing de Marca: Deve-se ter anualmente uma revisão desse plano estratégico e é necessário em todo o tipo de empresa.

Plano de Marketing por Categoria de Produtos: Esse Plano vem antes do plano de marca, ou seja, os gerentes estabelecem algumas premissas, previsões e metas para que se possa orientar o planejamento de cada uma das marcas. Logo após que os planos das diferentes marcas são aceitos, eles são agregados ao plano geral da categoria do produto.

Plano de Novos Produtos: Cada produto novo ou marca requer um plano detalhado de desenvolvimento e lançamento. O conceito do produto precisa ser definido, redefinido e testado com o auxílio de protótipos. A fase de lançamento exige uma relação detalhada de todas atividades que estão envolvidas.

Plano de Segmento de Mercado: Deve-se preparar um plano para cada segmento se o produto for vendido em diferentes segmentos de mercado. Exemplo: bancário, de seguros, hoteleiro, de viagens aéreas, onde cada gerente de segmento planeja os produtos e serviços para seu respectivo segmento.

Plano por Mercado Geográfico: Os planos são preparados para cada país, região, cidade e até mesmo bairro.

Plano por Cliente: Os gerentes de contas nacionais preparam planos separados para cada cliente de destaque.

Acredita-se que organizações em marketing são aquelas que desenvolvem procedimentos coerentes de avaliação e controle do marketing. Dois procedimentos são particularmente importantes:

  • Avaliar e interpretar os resultados atuais e efetuar ações.
  • Proceder a uma auditoria da eficácia de marketing e desenvolver um plano para melhorar os elementos fracos, porém importantes.


5. Marketing Transformal

Acredita-se que irá ter uma grande mudança no marketing na próxima década Está muito mais fácil conseguir abrir uma empresa hoje do que há tempos atrás, pois graças à revolução digital, uma organização pode ser virtual e estar em qualquer lugar. Mensagens podem ser enviadas e recebidas a qualquer momento. E obras como livros, música e filmes, pode ser enviado em forma de bite em vez de serem despachadas fisicamente.

O ciberespaço nos conduzirá a uma era em que a compra e a venda se tornarão mais automatizadas e concorrentes. As empresas estarão conectadas umas às outras e a seus clientes em uma rede virtual perfeita. As informações na Internet fluirão pelo globo em um instante, sem custo nenhum. Os fornecedores identificarão compradores em potencial, e compradores terão facilidades em identificar os melhores fornecedores e produtos. As distâncias, o tempo necessário para transportá-las, grandes barreiras para o comércio no passada, encolherão de maneira inacreditável. Comerciantes que continuarem a vender da maneira antiga desaparecerão pausadamente de cena.


6. Considerações Finais

O livro nos amplia a visão de como devemos nos relacionar com o mercado de trabalho. Quando se que comprar um produto não pensar em apenas o mais barato, mas sim no que trará o maior benefício para o produto final e o cliente. Mostramos como o papel do Marketing é essencial para as empresas e para o empreendedor/gestores.

Referência Bibliográfica: KOTLER, Philip – Marketing para o Século XXI: como criar, conquistar e dominar mercados. Editora Futura. 10ª Edição. "

 

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Fontes